<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-9187576254874102148</id><updated>2012-01-10T15:14:15.786-02:00</updated><title type='text'>Contraponto</title><subtitle type='html'>Esse blog não tem objetivo algum. Destina-se ao livre pensamento do autor. Não se prende a nenhum posicionamento, mesmo que as ideias escritas aqui se encaixem em grupos já existentes. Também não se compromete a agradar ninguém, portanto não percam o tempo reclamando nos comentários.</subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://arthurpetry.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9187576254874102148/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://arthurpetry.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>Arthur Petry</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10774640195640917062</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>16</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9187576254874102148.post-4451868172480474373</id><published>2011-12-29T22:43:00.003-02:00</published><updated>2011-12-29T22:50:09.466-02:00</updated><title type='text'>Realmente, a sociedade oprime as mulheres. Estou chocado.</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://www.humorbabaca.com/upload/fotos/fotos_2233_oficina%20dos%20sonhos.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="215" src="http://www.humorbabaca.com/upload/fotos/fotos_2233_oficina%20dos%20sonhos.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;Fiquei meses sem escrever um mísero texto. Meu cérebro é pequeníssimo e o meu QI é ridículo. Ou seja, tenho um cérebro limitado. Assim sendo, não tenho capacidade de escrever textos semanais, diários ou qualquer merda assim, pois sou um ser&amp;nbsp;desprovidíssmo&amp;nbsp;de qualquer senso de criatividade. Isso é facilmente comprovado ao ler meus textos na época onde resolvi escrever frequentemente. Não consigo. Ficaram horríveis. Tenho lapsos de criatividade de 6 em 6 meses e AGORA estou tendo um desses. Minha mente estúpida está bombando de ideias devastadoras que eu vou compartilhar com quem quiser ler esse lixo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Hoje eu presenciei o maior absurdo nos meus 22 patéticos anos. Tive a comprovação de que a sociedade realmente oprime as mulheres. Fiquei com tanta pena do gênero feminino durante essa história que tive vontade de consolá-las e entrar em um movimento feminista.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Durante a tarde tive que sair na rua para levar o carro no mecânico. Essa merda de cidade não oferece a menor segurança e os bandidos safados ficam livres para estuprar o carro a hora que quiserem. Ele estava completamente detonado. E eu ainda tenho que pagar esse absurdo de parquímetro para deixar o carro NA RUA. Dirigi-me até o local sob forte sol de 40 graus na cara, suando feito um&amp;nbsp;hipopótamo&amp;nbsp;no cio tendo de enfrentar tensões absurdas no trânsito devido a essa gente de merda e insana que pensa estar em uma batalha naval quando dirigem seus carros.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pode não parecer, mas esse texto ridicularizará feministas e patricinhas universitárias que compram discursos feministas. Esperem e verão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Chegando na oficina, falei com o rapaz a respeito do que eu queria. Enquanto eu esperava ele voltar (demorou pra caralho) fiquei observando o cenário. Homens suados, com a cara horrível, completamente sujos, a cara imunda de graxa, braços detonados. Homens levantando pneus pra lá e pra cá, fuçando embaixo de carros, mexendo em ferramentas perigosíssimas. Um calor do caralho, mãos imundas, luvas insanas. Carros pendurados e abertos.&amp;nbsp;Mecânicos&amp;nbsp;atirados no chão. Funcionários discutindo. Mexendo em equipamentos grotescos nunca vistos antes. Um clima de tensão. Gordos enormes com as calças caindo levando 2 pneus nas costas pro lado e pro outro. Ah, se as mulheres fossem postas a trabalhar nessas condições... Tenho certeza que haveria reclamações de todas as partes, dizendo que é um absurdo colocá-las nesses locais para realizar esses serviços. Iriam dizer que era opressão. Qualquer merda é opressão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando o meu serviço foi completado, me dirigi a outra sala para efetuar o pagamento. Ambiente climatizado, televisões, computadores, clima agradável. Tudo calmo. Uma paz sobrenatural. Quem estava trabalhando lá? Duas mulheres. Realmente, essa sociedade é muito machista. Não consigo viver um segundo a mais sequer nessa sociedade horrível que oprime as mulheres dessa forma. É muita injustiça! Onde estão as feministas nessas horas??? Eu quero ELAS embaixo dos carros fuçando em ferramentas sujas, carregando pneus nas costas, abrindo carros, enfrentando esse bafo propiciado pelo verão (e não me venha dizer que verão é bom porque eu te ARREBENTO a cara). É muito engraçado que eu nunca tenha visto essas PATRICINHAS MIMADAS - que vomitam discursos feministas diariamente - reclamando sobre essas coisas. Só querem os cargos gerenciais e ser presidentes de empresas, né?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Agora me deem licença que eu estou com uma caganeira inaceitável e tenho que voar pro banheiro.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9187576254874102148-4451868172480474373?l=arthurpetry.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://arthurpetry.blogspot.com/feeds/4451868172480474373/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://arthurpetry.blogspot.com/2011/12/fiquei-meses-sem-escrever-um-misero.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9187576254874102148/posts/default/4451868172480474373'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9187576254874102148/posts/default/4451868172480474373'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://arthurpetry.blogspot.com/2011/12/fiquei-meses-sem-escrever-um-misero.html' title='Realmente, a sociedade oprime as mulheres. Estou chocado.'/><author><name>Arthur Petry</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10774640195640917062</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9187576254874102148.post-2876375921081195583</id><published>2011-10-05T22:30:00.004-03:00</published><updated>2011-10-06T01:54:12.365-03:00</updated><title type='text'>"Quem não concordar com as minhas ideias é criminoso". Depois não entendem o termo "feminazi".</title><content type='html'>&lt;div style="background-color: transparent;"&gt;&lt;div dir="ltr" id="internal-source-marker_0.08974162605591118" style="margin-bottom: 0pt; margin-top: 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="background-color: transparent; color: black; font-family: Arial; font-size: 11pt; font-style: normal; font-variant: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="background-color: transparent; color: black; font-family: Arial; font-size: 11pt; font-style: normal; font-variant: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap;"&gt;           Vamos lá para mais uma das feministas. Encontrei &lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.interney.net/blogs/lll/2010/12/17/feminazi/"&gt;&lt;span style="background-color: transparent; color: #000099; font-family: Arial; font-size: 11pt; font-style: normal; font-variant: normal; text-decoration: underline; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap;"&gt;esse texto&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="background-color: transparent; color: black; font-family: Arial; font-size: 11pt; font-style: normal; font-variant: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap;"&gt; por acaso na internet. Todas as menininhas universitárias que histericamente defendem o feminismo - sem saber um pingo do que estão falando, movidas pela sensação de se acharem justas e úteis a sociedade - adoraram esse texto. Divulgaram em todas as redes sociais - que, diga-se de passagem, foram criadas por homens, portanto configurando um machismo tenebroso - agradecendo o ilustre autor por escrever e divulgar ao mundo tudo o que elas gostariam que nós, que divergimos do feminismo, soubéssemos. Elas juram de pé junto que esse texto é um grande tapa na cara e um “cala a boca” sem contra-argumentos.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="background-color: transparent; color: black; font-family: Arial; font-size: 11pt; font-style: normal; font-variant: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap;"&gt;            A verdade é que esse texto não foge do que vemos por aí. Nada do que está escrito ali é novidade para mim e, acredito, para todos que acompanham esse bate boca. Além disso, o autor não argumenta nenhuma de suas posições; ele apenas decreta a veracidade delas. Portanto, há o contra argumento. Esse tipo de pensamento e as variações dele que se aplicam em todas discussões, só nós mostram o quanto os esquerdistas não são apenas esquerdistas, mas, sim, esquerdopatas. A lógica do rapaz é simples: se sou contra o feminismo, sou machista. Se me incomodo com o discurso feminista, sou machista. Se me sinto acoado pelo feminismo, sou machista. Fácil assim. Nem precisa pensar muito. O rapaz chega a comparar com o incomparável: diz que o feminsimo é uma substância que, se provocar reação na pele de alguém, configura o machismo. Depois não entendem a denominação “feminazi”. Se fazem de coitados, como nesse texto. Ou seja, quem discordar da &lt;/span&gt;&lt;span style="background-color: transparent; color: black; font-family: Arial; font-size: 11pt; font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: bold; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap;"&gt;ideologia &lt;/span&gt;&lt;span style="background-color: transparent; color: black; font-family: Arial; font-size: 11pt; font-style: normal; font-variant: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap;"&gt;de qualquer movimento, é determinado como um criminoso, mal caráter, errado, que precisa de “cura”. A verdade deles é intocável. Isso me parece o pensamento de alguém fascista.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div dir="ltr" style="margin-bottom: 0pt; margin-top: 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="background-color: transparent; color: black; font-family: Arial; font-size: 11pt; font-style: normal; font-variant: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap;"&gt;&lt;span class="Apple-tab-span" style="white-space: pre;"&gt; &lt;/span&gt;         O que esse pessoal tem dificuldade de entender é que eu posso ser a favor dos “direitos iguais” e ser contra as ideias propostas pelo feminismo. Esquerdistas são burros, incompreensívos. Não enxergam nada além do que querem. Então, burro, vou te explicar: direitos iguais entre homens e mulheres é um bem universal compartilhado por todos; acatar ao feminismo é uma escolha ideologica. Da mesma forma que combater a discriminação racial é um bem universal compartilhado por todos, mas defender o sistema de cotas é uma escolha ideologica. E, para completar, combater a discriminação e a violência contra homossexuais é um bem universal compartilhado por todos, mas apoiar a PLC 122 é uma escolha ideologica. E o que eles fazem? Na ordem, aqueles que discordam da ideologia proposta para combater os 3 fatores que citei, são: machistas, racistas e homofóbicos. Quer dizer, mesmo que a minha ficha na polícia seja limpa, mesmo que eu jamais tenha faltado com respeito com uma mulher, mesmo que eu jamais tenha espancado uma mulher por supostamente achar que ela deva se resumir a ficar na cozinha, mesmo que eu jamais tenha cometido qualquer ato criminoso contra uma mulher eu sou um criminoso por não achar fundamentos nos argumentos feministas.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="background-color: transparent; color: black; font-family: Arial; font-size: 11pt; font-style: normal; font-variant: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap;"&gt;            O termo “feminazi” vem justamente desse comportamento. Eles (os defensores do feminismo) não conseguem perceber que nós temos bases e fundamentos para sermos contra o feminismo. Não conseguem acreditar que nós não fazemos isso simplesmente por odiar as mulheres e desejar que elas fiquem cozinhando e lavando nossas cuecas. Se eu sou contra o feminismo, é porque sei - ou acredito, como quiserem - que a opressão às mulheres é um mito, uma farsa divulgada por aí sem a menor averiguação, ou melhor, com uma averiguação superficial. Se sou contra o feminismo, é porque sei ou acredito que as mulheres sempre tiveram, no ocidente, privilégios e direitos que o homem nunca pôde usufruir. Sei que, para cada direito que as feministas alegam ter sido negado à elas no passado, diversos privilégios foram dados para contrabalacear isso. Conheço os números que dizem a respeito as penas por crimes iguais; as mulheres tem penas menores que os homens quando cometem os mesmos crimes. Se sou contra o feminismo, é por que o considero desnecessário, injusto e infundado. É porque não considero, como decreta o autor, que o feminismo é a “luta por direitos iguais entre homens e mulheres”, por acreditar ou saber que os direitos sempre foram iguais. É porque fujo do clichê e do que é dito por aí e consigo perceber que o verdadeiro sexo oprimido foi o masculino. É porque vejo que o número de homens trabalhando em empregos em locais de risco é esmagadoramente superior ao de mulheres. Porque vejo que o número de homens mortos ao longo da história é muito maior que de mulheres, devido ao fato de eles serem &lt;/span&gt;&lt;span style="background-color: transparent; color: black; font-family: Arial; font-size: 11pt; font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: bold; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap;"&gt;obrigados&lt;/span&gt;&lt;span style="background-color: transparent; color: black; font-family: Arial; font-size: 11pt; font-style: normal; font-variant: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap;"&gt; a ir para guerra, enquanto a mulher podia - e, mais profundo que isso, era protegida pela sociedade - ficar na cidade. É porque sei que o mundo no passado não era como hoje, com ipads, super computadores, ar condicionados, cadeiras confortáveis, e que a grande verdade por trás do argumento “&lt;/span&gt;&lt;span style="background-color: transparent; color: black; font-family: Arial; font-size: 11pt; font-style: italic; font-variant: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap;"&gt;as mulheres eram proibidas de trabalhar no passado&lt;/span&gt;&lt;span style="background-color: transparent; color: black; font-family: Arial; font-size: 11pt; font-style: normal; font-variant: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap;"&gt;” é que elas eram &lt;/span&gt;&lt;span style="background-color: transparent; color: black; font-family: Arial; font-size: 11pt; font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: bold; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap;"&gt;liberadas &lt;/span&gt;&lt;span style="background-color: transparent; color: black; font-family: Arial; font-size: 11pt; font-style: normal; font-variant: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap;"&gt;de trabalhar - e, além disso, preferiam - devido as péssimas condições dos trabalhos do passado; e que a verdade por trás do argumento que complementa o anterior, “&lt;/span&gt;&lt;span style="background-color: transparent; color: black; font-family: Arial; font-size: 11pt; font-style: italic; font-variant: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap;"&gt;elas só serviam para cuidar dos filhos e da casa&lt;/span&gt;&lt;span style="background-color: transparent; color: black; font-family: Arial; font-size: 11pt; font-style: normal; font-variant: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap;"&gt;” é que elas eram consideradas superiores e peças fundamentais para o andamento de uma civilização, por isso eram "mantidas" em casa para que as chances de serem feridas ou até mesmo mortas na rua fossem nulas.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="background-color: transparent; color: black; font-family: Arial; font-size: 11pt; font-style: normal; font-variant: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap;"&gt;            Quanto a tudo isso, admito que discordem. Não há o menor problema em discordar de mim e tentar me mostrar que estou errado em um dabete. Tudo bem considerar as minhas informações erradas, equivocadas, prepotentes e achar que sou burro. O que não pode é me chamar de misógino - como alguns imbecis se atrevem a dizer - e me impor um crime que eu jamais cometi. Se as consideros “feminazis”, é por esse motivo. O autor do texto ignora, confortavelmente, a própria lógica sobre &lt;/span&gt;&lt;span style="background-color: transparent; color: black; font-family: Arial; font-size: 11pt; font-style: italic; font-variant: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap;"&gt;comunistas que defendem sexo com cavalos &lt;/span&gt;&lt;span style="background-color: transparent; color: black; font-family: Arial; font-size: 11pt; font-style: normal; font-variant: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap;"&gt;e não a aplica quando fala sobre as pessoas que são contra o feminismo. É lógico que existem descontrolados emocionais dentro do “masculinismo”, nos fóruns “da real” ou dentro do grupo de pessoas que são contra o feminismo, mas isso não significa que todos nós somos “machistas”. Da mesma forma que se eu encontrar um grupo de comunistas que defendem o sexo com cavalos, não posso considerar todos os comunistas defensores do sexo com cavalos.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div dir="ltr" style="margin-bottom: 0pt; margin-top: 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="background-color: transparent; color: black; font-family: Arial; font-size: 11pt; font-style: normal; font-variant: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="background-color: transparent; color: black; font-family: Arial; font-size: 11pt; font-style: normal; font-variant: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap;"&gt;            Sugiro o mesmo exercício de auto-questionamento a todos e todas feministas e a todos que a-d-o-r-a-r-a-m o texto referido aqui: &lt;/span&gt;&lt;span style="background-color: transparent; color: black; font-family: Arial; font-size: 11pt; font-style: italic; font-variant: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap;"&gt;será que eu não sou chata e histérica mesmo? Por que será que essas ideias que eu defendo “suuuuuper” na boa incomoda tantos homens? Ok, é possível que eles sejam machistas, mas também pode ser, quem sabe, que o problema seja comigo. Hmmm. *mão no queixo* Talvez as coisas que eu acho mais normais e corretas sejam, na verdade, mentiras que eu nunca fui capaz de estudar para entender o que eles querem dizer. Ou então, claro, você pode ignorar tudo isso e considerar todos eles criminosos odiadores de mulheres!&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div dir="ltr" style="margin-bottom: 0pt; margin-top: 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="background-color: transparent; color: black; font-family: Arial; font-size: 11pt; font-style: italic; font-variant: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap;"&gt;&lt;span class="Apple-tab-span" style="white-space: pre;"&gt; &lt;/span&gt;           &lt;/span&gt;&lt;span style="background-color: transparent; color: black; font-family: Arial; font-size: 11pt; font-style: normal; font-variant: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap;"&gt;Por fim, essa é a parte que eu mais gosto: ninguém nunca conseguiu definir o que é machismo. Existem várias tentativas infelizes como, por exemplo, dizer que é quando um homem bate em uma mulher, mas ignoram o fato de que 20% dos casos de violência doméstica no Brasil são cometidos de mulheres contra mulheres; ignoram, também, que a maior parcela de violência contra crianças e idosos são cometidas por mulheres. Seriam os dois últimos casos considerados “o ódio de mulheres contra mulheres” ou “o ódio de mulheres contra crianças e idosos”? É claro que não! São pessoas desequilibradas, criminosas que devem ser presas. Então, por qual razão quando um homem bate em uma mulher é considerado em nome do “machismo”? Esses homens que violentam mulheres nem devem saber o que é “machismo”. Eles fazem isso por serem criminosos e, por isso, devem pagar, na minha opinião, com pena de morte, pelo crime. O rapaz do texto considera “machismo” o simples fato de discordar das ideias do feminismo. Isso fica claro aqui: &lt;/span&gt;&lt;span style="background-color: transparent; color: black; font-family: Arial; font-size: 11pt; font-style: italic; font-variant: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap;"&gt;“&lt;/span&gt;&lt;span style="background-color: white; color: black; font-family: Arial; font-size: 11pt; font-style: italic; font-variant: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap;"&gt;Se o discurso feminista te incomoda, se você se sente "patrulhado" pelas "feminazis" "mal-comidas", se você mudou seu comportamento por causa disso, então, sim, talvez sem nem saber, talvez contra a sua vontade, vamos encarar os fatos, você é machista.”&lt;/span&gt;&lt;span style="background-color: white; color: black; font-family: Arial; vertical-align: baseline;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: 11pt; white-space: pre-wrap;"&gt;. Ou seja, o próprio autor descriminaliza o machismo e tira toda a gravidade que, supostamente, teria em ser machista, ao reduzir o “machismo” a simples discordância de ideias. Portanto, se o machismo é isso, não o considero tão perigoso e criminoso assim, já que ele não passa, segundo o autor, de divergências &lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: 15px; white-space: pre-wrap;"&gt;ideológicas&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: 11pt; white-space: pre-wrap;"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9187576254874102148-2876375921081195583?l=arthurpetry.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://arthurpetry.blogspot.com/feeds/2876375921081195583/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://arthurpetry.blogspot.com/2011/10/quem-nao-concordar-com-as-minhas-ideias.html#comment-form' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9187576254874102148/posts/default/2876375921081195583'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9187576254874102148/posts/default/2876375921081195583'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://arthurpetry.blogspot.com/2011/10/quem-nao-concordar-com-as-minhas-ideias.html' title='&quot;Quem não concordar com as minhas ideias é criminoso&quot;. Depois não entendem o termo &quot;feminazi&quot;.'/><author><name>Arthur Petry</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10774640195640917062</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9187576254874102148.post-3819131648455827884</id><published>2011-09-29T15:22:00.008-03:00</published><updated>2012-01-10T15:14:15.796-02:00</updated><title type='text'>Fumantes são ridículos</title><content type='html'>&lt;div style="background-color: transparent;"&gt;&lt;div dir="ltr" id="internal-source-marker_0.959089171839878" style="margin-bottom: 0pt; margin-top: 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="background-color: transparent; color: black; font-family: Arial; font-size: 11pt; font-style: normal; font-variant: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="background-color: transparent; color: black; font-family: Arial; font-size: 11pt; font-style: normal; font-variant: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap;"&gt;          Fumantes, em geral, são ridículos. São raros os que fumam por serem viciados. Esses raros, são os velhos. Eles têm todos os motivos para acabarem caindo na idiotice de fumar, pois cresceram em um ambiente onde não se tinha conhecimento dos malefícios que isso poderia trazer. Tubo bem. Esses eu deixo passar. Mas não deixo os jovens universitários. Sempre que estou tranquilamente sentado em algum lugar do saguão da faculdade onde estudo, seja lendo algum texto, ouvindo música ou simplesmente esperando o próximo período, sou interrompido por algum jovem que acende um cigarro e assopra aquela fumaça fedorenta. Por algum motivo, sou obrigado a aturar tal situação e, se eu reclamar, sou “grosso” e “estúpido”. Sou chato, dizem eles. Chatos e estúpidos são todos vocês que acendem essa imundice e me obrigam a respirar isso.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div dir="ltr" style="margin-bottom: 0pt; margin-top: 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="background-color: transparent; color: black; font-family: Arial; font-size: 11pt; font-style: normal; font-variant: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap;"&gt;&lt;span class="Apple-tab-span" style="white-space: pre;"&gt;          &lt;/span&gt;Além do mais, me impressiona a direção da faculdade - ou quem quer que seja o responsável por isso - não ter proibido o fumo no saguão. O lugar tem teto e, caso vocês sejam burros o suficiente pra não saber disso, a fumaça sobe. Ou seja, ela não vai embora com facilidade. Ela permanece ali por horas e todos nós que não fumamos temos de aturar o fedor inacreditável dos cigarros desses imbecis. No intervalo, a situação é ainda pior. O fedor é multiplicado. É um festival de fumaça. É visível como todos que fumam ali não apenas fumam; eles desfilam. Exibem o cigarro. Alguns nem tragam. É ridículo. Fico observando os que não tragam: as bochechas incham e eles assopram a fumaça o mais rápido possível. Os que tragam, escolhem o ponto mais visível da faculdade para que todos os vejam. Alguns até fazem pose quando largam a fumaça da boca. Pensam que estão sendo fotografados, que são personagens de algum seriado ou estão em um filme. E é justamente por isso que a cena se torna ridícula e não admirável como eles acham que é. Os homens pensam que são os cafajestes galanteadores com o charme do cigarro. As mulheres pensam que passam a impressão de fêmeas fatais. Pensam que assim estão sendo mulheres seguras e independentes. Não são.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div dir="ltr" style="margin-bottom: 0pt; margin-top: 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="background-color: transparent; color: black; font-family: Arial; font-size: 11pt; font-style: normal; font-variant: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap;"&gt;&lt;span class="Apple-tab-span" style="white-space: pre;"&gt;          &lt;/span&gt;O que acontece, então, comigo e com o restante dos não fumantes? Temos que sair do lugar onde estávamos. Como a fumaça contamina todo o saguão, apenas mudar de lugar não adianta. Tenho que sair do prédio. E se estiver frio? Ou chuvendo? Ou se eu quiser apenas sentar num banco? Não posso. Seja qual for a minha decisão, ficarei desconfortável para que o ridículo do fumante tenha todas as regalias e possa aproveitar o cheiro inaproveitável do cigarro. Percebendo essa situação de histeria, pergunto: que lógica é essa? Não teria que ser o contrário? Aquele que quer fumar é quem deveria sair do prédio, ou seja, ir para o desconforto, pois é ele quem atrapalha o estado natural a sua volta. É como eu acender cordões de fedor no meio de todo mundo e, caso alguém venha reclamar - o que é muito provável -, eu argumente que gosto daquele cheiro e alegue que é um “direito meu”, como alguns desrespeitosos dizem. Que direito é esse? Fumar? Quer fumar? Lá na rua. “Ah, mas tá frio”. Que frio, safado? Tu não é o fodão viciado em cigarro? Que vício é esse que desaparece por causa do frio? Por qual motivo os meus cordões de fedor seriam reprimidos, mas não o cigarro de vocês?&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div dir="ltr" style="margin-bottom: 0pt; margin-top: 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="background-color: transparent; color: black; font-family: Arial; font-size: 11pt; font-style: normal; font-variant: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap;"&gt;&lt;span class="Apple-tab-span" style="white-space: pre;"&gt;          &lt;/span&gt;Não me importo se o cigarro faz mal a saúde de vocês. Para mim, isso é algo positivo. Essa não é a minha briga. A minha briga é pelo meu sossego. É obrigação da universidade proibir cigarros dentro dela. E não importa se o saguão em questão - o da faculdade onde estudo,- é aberto. Ainda assim, esse local é configurado como parte integrante do prédio, portanto, como em todos os prédios, qualquer atividade voluntária que gere desconforto ou, como no caso, danos a saúde de quem quer que seja que ali estiver, deve ser proibida. Alguém deve tomar providências para que se instale o “proibido fumar” e faça com que os fumantes fumem apenas na parte de fora de qualquer dependência da universidade. Na verdade, o ideal seria a construção de uma caixa onde apenas lá seria permitido fumar. Isso mesmo. Trancafiados, tendo toda a sua adorável fumaça apenas para si. Será que os fodões dependentes de nicotina aceitariam? Duvido. Não teríam como se exibir para os outros. Mas, se isso fosse feito, enfim, eu teria paz. Porém sei que é um tanto quanto radical. Sou compreensívo. Podem fumar. Mas lá fora. Longe de mim.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9187576254874102148-3819131648455827884?l=arthurpetry.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://arthurpetry.blogspot.com/feeds/3819131648455827884/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://arthurpetry.blogspot.com/2011/09/fumantes-sao-ridiculos.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9187576254874102148/posts/default/3819131648455827884'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9187576254874102148/posts/default/3819131648455827884'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://arthurpetry.blogspot.com/2011/09/fumantes-sao-ridiculos.html' title='Fumantes são ridículos'/><author><name>Arthur Petry</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10774640195640917062</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9187576254874102148.post-6543441652578871760</id><published>2011-09-24T20:23:00.003-03:00</published><updated>2011-09-24T20:26:10.418-03:00</updated><title type='text'>Eu acho a Miss Universo feia.</title><content type='html'>&lt;div style="background-color: transparent;"&gt;&lt;div dir="ltr" id="internal-source-marker_0.6795442728325725" style="margin-bottom: 0pt; margin-top: 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="background-color: transparent; color: black; font-family: Arial; font-size: 11pt; font-style: normal; font-variant: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap;"&gt;&lt;span class="Apple-tab-span" style="white-space: pre;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="background-color: transparent; color: black; font-family: Arial; font-size: 11pt; font-style: normal; font-variant: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="background-color: transparent; color: black; font-family: Arial; font-size: 11pt; font-style: normal; font-variant: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap;"&gt;              Pronto. A Miss Universo é negra. Uau! Grande coisa. Ainda assim ela está suscetível a críticas. Mas não é isso o que pensam os moderninhos politicamente corretos. Por alguma razão, eles defendem os negros de uma tal maneira como se esses fossem deficientes físicos, pobres coitados e seres incapazes de se juntar ao todo. “Ao todo” que eu digo, é ser igual. E, em ser igual, entra a chance de ser criticado que, nesse caso, é a possibilidade de alguém não te achar atraente e expressar isso. E essa possibilidade aumenta ainda mais quando se é participante e vencedora do Miss Universo, ou seja, exposta ao mundo. Esse pessoal que se julga justo e livre de preconceitos é o que mais trata os negros como seres diferentes e inferiores.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div dir="ltr" style="margin-bottom: 0pt; margin-top: 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="background-color: transparent; color: black; font-family: Arial; font-size: 11pt; font-style: normal; font-variant: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap;"&gt;              Após o concurso, diversas pessoas expressaram seu descontentamento com o resultado. Eu também. E logo fomos taxados como criminosos por causa disso. Vamos lá. Eu acho a tal angolana que venceu o Miss Universo feia. Porque? Se preparem para a surpresa, meus queridos esquerdistas: porque eu não sinto atração por mulheres negras! Não me chamam atenção. Acho-as feias. Horrorosas. Simples! Sendo assim, sou racista. É claro! Um raciocínio magnífico. Pois bem. As orientais também não me chamam muita atenção. Mas aí, não é racismo. Outro tipo que não me atrai são as mulheres muito alemoas. Sabe? Aquelas bem do interior que são carinhosamente chamadas de “polenteiras”. Pois é. Por algum motivo, se eu criticasse uma hipotética vitória de uma chinesa no Miss Universo, alegando que eu acho mulheres orientais feias, eu não seria acusado de racismo. Quem é que está tratando de forma desigual as raças, imbecil?&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div dir="ltr" style="margin-bottom: 0pt; margin-top: 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="background-color: transparent; color: black; font-family: Arial; font-size: 11pt; font-style: normal; font-variant: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap;"&gt;              Algo semelhante acontece com os homossexuais. Ninguém pode falar nada sobre a homossexualidade. Eles saltam cheios de fúria e acusam de criminosos quem o fizer. Mas todos podem criticar qualquer outra prática sexual. Inclusive, a tal PLC 122 vai botar na cadeia qualquer pessoa que faça a menor crítica ao homossexualismo, se entrar em vigor. Porque isso? O que tem de tão intocável no homossexualismo que impeça-o de ser criticado? Não há conduta sexual que não possa ser criticada. Vamos aos exemplos práticos. Se um homem qualquer transa com uma mulher que, &lt;/span&gt;&lt;span style="background-color: transparent; color: black; font-family: Arial; font-size: 11pt; font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: bold; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap;"&gt;na minha opinião&lt;/span&gt;&lt;span style="background-color: transparent; color: black; font-family: Arial; font-size: 11pt; font-style: normal; font-variant: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap;"&gt;, é feia, certamente eu vou criticar essa atitude. Eu vou dizer &lt;/span&gt;&lt;span style="background-color: transparent; color: black; font-family: Arial; font-size: 11pt; font-style: italic; font-variant: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap;"&gt;“como que esse cara conseguiu comer essa mulher?”&lt;/span&gt;&lt;span style="background-color: transparent; color: black; font-family: Arial; font-size: 11pt; font-style: normal; font-variant: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap;"&gt; Isso é “heterofobia”? Isso é um crime? Se uma menina ficar comigo, contar para o seu amigo gay sobre o acontecido e ele falar &lt;/span&gt;&lt;span style="background-color: transparent; color: black; font-family: Arial; font-size: 11pt; font-style: italic; font-variant: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap;"&gt;“que nojo! como tu conseguiu ficar com aquele cara?”&lt;/span&gt;&lt;span style="background-color: transparent; color: black; font-family: Arial; font-size: 11pt; font-style: normal; font-variant: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap;"&gt;, isso é um crime? Isso é “arthurpetryfobia”, “heterofobia” ou é apenas a opinião dele? Se eu criticar uma cena de sadomasoquismo, isso é crime ou apenas opinião pessoal? Mas se eu criticar um cara que deu o cu para o outro, aí se configura um crime. Excelente! Todo e qualquer comportamento sexual pode ser criticado, porque o homossexualismo não pode?&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div dir="ltr" style="margin-bottom: 0pt; margin-top: 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="background-color: transparent; color: black; font-family: Arial; font-size: 11pt; font-style: normal; font-variant: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap;"&gt;              É questão de estética. Eu, quando vejo dois homens se beijando (ou mais que isso), sinto nojo. Não sinto nojo das pessoas. Sinto da cena. Não é ódio. Acho feio. Simplesmente. Eu, quando vejo uma mulher negra, não sinto atração. Não acho-a bonita. Aí eu tenho que aguentar estúpidos me acusando de crimes que eu jamais cometi só porque não agrada os meus olhos ver tal cena. Eles dizem que não existe &lt;/span&gt;&lt;span style="background-color: transparent; color: black; font-family: Arial; font-size: 11pt; font-style: italic; font-variant: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap;"&gt;“respeito os homossexuais, mas não gosto de ver dois homens se beijando. Não sou homofóbico”&lt;/span&gt;&lt;span style="background-color: transparent; color: black; font-family: Arial; font-size: 11pt; font-style: normal; font-variant: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap;"&gt;. Da mesma forma que eles acham que não existe &lt;/span&gt;&lt;span style="background-color: transparent; color: black; font-family: Arial; font-size: 11pt; font-style: italic; font-variant: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap;"&gt;“não sou racista, mas eu não ficaria com uma negra”.&lt;/span&gt;&lt;span style="background-color: transparent; color: black; font-family: Arial; font-size: 11pt; font-style: normal; font-variant: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap;"&gt; Para eles, não existe gosto pessoal. Todos são obrigados a achar tudo muito lindo. Eu sou obrigado a comer uma negra para provar que não sou racista. É realmente um raciocínio muito inteligente. O sujeito que respeita o homossexual, mas não se sente confortável ou simplesmente acha feia a cena de dois homens se agarrando é classificado da mesma forma que o criminoso que espanca gays na rua. O sujeito que simplesmente não vê beleza na mulher negra ou a mulher que não vê beleza no homem negro e jamais desrespeitou um negro por causa da sua cor é jogado no mesmo saco do criminoso que espanca negros na rua. Como será que esse pessoal classificaria uma loira que prefere negros a brancos? Racista? Porque é tão legal falar que o pau do negrão é gigantesco e muito maior que o do branco? Porque isso não é racismo? E para dar o nó final na cabecinha ridícula dos politicamente corretos: eu não gosto de ver dois homens se beijando, mas gosto de ver duas mulheres. E agora? Onde está a homofobia que vocês querem enfiar goela abaixo, safados?&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div dir="ltr" style="margin-bottom: 0pt; margin-top: 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="background-color: transparent; color: black; font-family: Arial; font-size: 11pt; font-style: normal; font-variant: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap;"&gt;&lt;span class="Apple-tab-span" style="white-space: pre;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial; font-size: 15px; white-space: pre-wrap;"&gt;              &lt;/span&gt;&lt;span style="background-color: transparent; color: black; font-family: Arial; font-size: 11pt; font-style: normal; font-variant: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap;"&gt;Eu li em algum lugar, acho que era num blog de uma feminista, que &lt;/span&gt;&lt;span style="background-color: transparent; color: black; font-family: Arial; font-size: 11pt; font-style: italic; font-variant: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap;"&gt;“é racismo, e não gosto pessoal, achar as negras horrorosas”&lt;/span&gt;&lt;span style="background-color: transparent; color: black; font-family: Arial; font-size: 11pt; font-style: normal; font-variant: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap;"&gt;. Ora, sua mula. Certamente todos aqui temos nossas preferências e gostos pessoais. Nenhuma Miss Universo foi unanimidade mundial, porque a negra deveria ser? Se uma branquela tivesse ganho, haveria gente que não concordaria. Se alguém justificasse o seu posicionamento afirmando que não acha mulheres brancas bonitas e prefere negras, isso seria - se preparem para mais uma surpresa - o seu gosto pessoal! Não é incrível como as coisas são mais simples do que parecem? O que há de tão errado em achar negras feias? Ou brancas? Ou chinesas? Ou árabes? Ou qualquer outra coisa? Isso é crime? Não. Crime é o que esses esquerdistas de universidades fazem. E isso se chama calúnia.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div dir="ltr" style="margin-bottom: 0pt; margin-top: 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="background-color: transparent; color: black; font-family: Arial; font-size: 11pt; font-style: normal; font-variant: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap;"&gt;              Eles querem impor o que os outros devem pensar. É o típico pensamento esquerdista. O que ocorre quando alguém discorda ou faz algo que para eles é errado? Cercam, humilham, xingam e incriminam. É reacionário, é racista, fascista, homofóbico, nazista e depois nós todos somos os culpados pelos crimes que acontecem contra negros e homossexuais. Se hoje a noite algum descontrolado matar um negro, pode ter certeza que, seguindo a lógica desse pessoal, a culpa foi desse post aqui. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9187576254874102148-6543441652578871760?l=arthurpetry.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://arthurpetry.blogspot.com/feeds/6543441652578871760/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://arthurpetry.blogspot.com/2011/09/eu-acho-miss-universo-feia.html#comment-form' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9187576254874102148/posts/default/6543441652578871760'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9187576254874102148/posts/default/6543441652578871760'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://arthurpetry.blogspot.com/2011/09/eu-acho-miss-universo-feia.html' title='Eu acho a Miss Universo feia.'/><author><name>Arthur Petry</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10774640195640917062</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9187576254874102148.post-4123504978989247722</id><published>2011-09-17T04:43:00.009-03:00</published><updated>2011-09-18T23:45:05.968-03:00</updated><title type='text'>Meia entrada para vagabundos</title><content type='html'>&lt;div style="background-color: transparent;"&gt;&lt;div dir="ltr" id="internal-source-marker_0.43300805683247745" style="margin-bottom: 0pt; margin-top: 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="background-color: transparent;"&gt;&lt;br id="internal-source-marker_0.9594091160688549" /&gt;&lt;span id="internal-source-marker_0.9594091160688549" style="background-color: transparent; color: black; font-family: Arial; font-size: 11pt; font-style: normal; font-variant: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap;"&gt; &amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;Nesse post vou destruir com todo e qualquer jovem “estudante” que acha ter o direito de pagar meia entrada em baladas e shows ridículos só porque está estudando. Hoje me deparei com o seguinte evento no facebook:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="background-color: transparent; color: black; font-family: Arial; font-size: 11pt; font-style: normal; font-variant: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="background-color: transparent; color: black; font-family: Arial; font-size: 11pt; font-style: normal; font-variant: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap;"&gt;&lt;br class="kix-line-break" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div dir="ltr" style="margin-bottom: 0pt; margin-top: 0pt; text-align: justify; text-indent: 36pt;"&gt;&lt;span style="background-color: transparent; color: black; font-family: 'Trebuchet MS'; font-size: 11pt; font-style: italic; font-variant: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap;"&gt;“Amigos, amigas e inimigos, constatei que nossa cidade não oferece meia entrada pra estudantes em shows e espetáculos.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div dir="ltr" style="margin-bottom: 0pt; margin-top: 0pt; text-align: justify; text-indent: 36pt;"&gt;&lt;span style="background-color: transparent; color: black; font-family: 'Trebuchet MS'; font-size: 11pt; font-style: italic; font-variant: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap;"&gt;Porra, somos a cidade referência no exterior em orçamento participativo, a sede do fórum social mundial e negligenciamos uma coisa básica: incentivo à cultura. Mais que uma obrigagação seja de quem for -prefeitura, secretarias de cultura, etc, isso é um direito nosso como consumidores e como estudantes, responsáveis pelo futuro cultural da cidade.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div dir="ltr" style="margin-bottom: 0pt; margin-top: 0pt; text-align: justify; text-indent: 36pt;"&gt;&lt;span style="background-color: transparent; color: black; font-family: 'Trebuchet MS'; font-size: 11pt; font-style: italic; font-variant: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap;"&gt;A ideia desse evento é começar a cutucar (não no facebook apenas) os responsáveis por fazer essa coisa acontecer, de uma forma transparente. Não sei bem aonde a criação desse evento vai levar, mas de alguma forma espero contribuições das pessoas de como podemos fazer essa coisa acontecer. E tá na hora de acontecer. O século é o XXI e o incentivo é do tempo da idade média. Até quando?&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div dir="ltr" style="margin-bottom: 0pt; margin-top: 0pt; text-align: justify; text-indent: 36pt;"&gt;&lt;span style="background-color: transparent; color: black; font-family: 'Trebuchet MS'; font-size: 11pt; font-style: italic; font-variant: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap;"&gt;0bs.: a data do evento é o show do pearl jam, que me levou a criar este evento. Não existe ainda nenhum evento definido. Aceito sugestões.”&lt;/span&gt;&lt;span style="background-color: transparent; color: black; font-family: 'Trebuchet MS'; font-size: 11pt; font-style: normal; font-variant: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="background-color: transparent; color: black; font-family: 'Trebuchet MS'; font-size: 11pt; font-style: normal; font-variant: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div dir="ltr" style="margin-bottom: 0pt; margin-top: 0pt; text-align: justify; text-indent: 36pt;"&gt;&lt;span style="background-color: transparent; color: black; font-family: 'Trebuchet MS'; font-size: 11pt; font-style: normal; font-variant: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap;"&gt;&lt;br class="kix-line-break" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div dir="ltr" style="margin-bottom: 0pt; margin-top: 0pt; text-align: justify; text-indent: 36pt;"&gt;&lt;span style="background-color: transparent; color: black; font-family: Arial; font-size: 11pt; font-style: normal; font-variant: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap;"&gt;Como sempre digo, vivemos um eterno festival de surrealidades. Essa geração é tão, mas tão imprestável que eles acham ter o direito de pagar meia entrada só porque estudam. E esse é mais um dos diversos clichês vomitados diariamente nessa sociedade doentia que ninguém nunca foi capaz de questionar. Pois bem, jovens imundos. Eu vou fazer isso e vou te mostrar que tu não passa de um maconheiro vagabundo que quer pagar menos na entrada de um show pra ter mais dinheiro pra gastar com cerveja lá dentro.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div dir="ltr" style="margin-bottom: 0pt; margin-top: 0pt; text-align: justify; text-indent: 36pt;"&gt;&lt;span style="background-color: transparent; color: black; font-family: Arial; font-size: 11pt; font-style: normal; font-variant: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap;"&gt;Primeiro: achar que tem direito a algo só porque estuda. O que há de tão extraordinário em estudar? Nada. Ninguém merece direito algum só porque estuda. Estudar é tua obrigação; não uma desculpa para ir em “shows e espetáculos” pagando menos que os outros. O único direito de um estudante é estudar.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div dir="ltr" style="margin-bottom: 0pt; margin-top: 0pt; text-align: justify; text-indent: 36pt;"&gt;&lt;span style="background-color: transparent; color: black; font-family: Arial; font-size: 11pt; font-style: normal; font-variant: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap;"&gt;Segundo: “uma coisa básica” o “incentivo a cultura” e “responsáveis pelo futuro cultural da cidade”? Que cultura é essa que vocês querem, imundos? Show do Pearl Jam, safados? Shows e espetáculos? Não me enganam. Se quisessem cultura passariam horas a fio nas bibliotecas da cidade estudando, lendo livros, pesquisando e criando. Talvez reivindicando mais livros e infra-estrutura para estudar. Agora, “shows e espetáculos”? Isso é cultura? Não. Isso é lazer, diversão, festa, balada. Vagabundagem. Querem farra mais barata. “Incentivo a cultura” é PAPO FURADO. Não querem “cultura” coisíssima nenhuma. E “uma coisa básica”? Que coisa básica, rapazote? Desde quando “shows e espetáculos” são “coisas básicas”? Coisa básica é trabalho, moradia e comida. Essa tal “cultura” é completamente dispensável e só deve ser pensada quando as VERDADEIRAS “coisas básicas” estiverem funcionando. Era só o que me faltava, querer me convencer que “shows e espetáculos” são “coisas básica”. Coisa básica pra quem, seu estúpido? É que nem aqueles ridículos metidos a modernos que ficam enchendo o saco dizendo que pobre deve ter acesso a cultura. Pobre não tem que ter acesso a cultura. Pobre tem que, primeiro, parar de fazer filho (vou falar sobre isso em outro post), assegurar-se de ter um bom emprego e segurança de toda sorte. Pobre precisa de dinheiro e aí, se ele quiser, ele usufrui da tal “cultura”. Chega dessa palhaçada de levar para “comunidades carentes” teatro, cinema, futebol e todas essas coisas que não vão mudar em NADA a vida dessas pessoas.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div dir="ltr" style="margin-bottom: 0pt; margin-top: 0pt; text-align: justify; text-indent: 36pt;"&gt;&lt;span style="background-color: transparent; color: black; font-family: Arial; font-size: 11pt; font-style: normal; font-variant: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap;"&gt;Terceiro, voltando aos jovens: não há a menor justiça em dar o direito de pagar meia entrada para jovens da classe média/alta só porque estudam enquanto o porteiro, o bombeiro, o segurança, o vigia, o motorista de ônibus, o pedreiro e todos os verdadeiros trabalhadores ficam obrigados a pagar o valor inteiro de qualquer coisa, até do transporte público. Tive uma ideia. Quem quiser pagar meia entrada seja lá onde for, vai apresentar o boletim na bilheteria. Se for um aluno de ponta, recebe o direito. Caso contrário, vadio, vai pagar inteira. Playboys de mochila importada, carrão do papai, vans imundo no pé, tatuagens ridículas de 500 reais espalhadas pelo corpo, notebook, mac, iphone, ipad, noites regadas a muito álcool, baladas, drogas, “chimas na redeça”, “churras com os brother” e carnaval nas praias mais badaladas do estado querendo desconto em showzinho? &lt;/span&gt;&lt;span style="background-color: transparent; color: black; font-family: Arial; font-size: 11pt; font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: bold; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap;"&gt;VÃO TOMAR NO CU&lt;/span&gt;&lt;span style="background-color: transparent; color: black; font-family: Arial; font-size: 11pt; font-style: normal; font-variant: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap;"&gt;. Se alguém deveria ter o direito de “meia entrada” em qualquer coisa, esse alguém não são vocês, jovens baladeiros que querem ir em showzinho de banda.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div dir="ltr" style="margin-bottom: 0pt; margin-top: 0pt; text-align: justify; text-indent: 36pt;"&gt;&lt;span style="background-color: transparent; color: black; font-family: Arial; font-size: 11pt; font-style: normal; font-variant: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap;"&gt;Essa é a juventude de esquerda que encontra em qualquer PEIDO um motivo pra fazer uma “revolução”. Só enxergam o próprio umbigo. Acham que é uma violação terrível não ter o direito de pagar 50% num ingresso de uma coisa qualquer quando, no fundo, é o correto. Armam-se com o argumento de que buscam cultura quando, na verdade, querem economizar o dinheiro do ingresso pra gastar com maconha. Olha bem pra minha cara de quem acredita que vocês buscam cultura no show do Pearl Jam ou em qualquer lugar desses que vocês querem pagar “meia entrada”. Na minha cidade estudante paga inteira. Deixemos os descontos para quem realmente precisa. Agora, que tal um manifesto para “pagar meia” em livros? Não né? Vagabundos.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9187576254874102148-4123504978989247722?l=arthurpetry.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://arthurpetry.blogspot.com/feeds/4123504978989247722/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://arthurpetry.blogspot.com/2011/09/meia-entrada-para-vagabundos.html#comment-form' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9187576254874102148/posts/default/4123504978989247722'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9187576254874102148/posts/default/4123504978989247722'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://arthurpetry.blogspot.com/2011/09/meia-entrada-para-vagabundos.html' title='Meia entrada para vagabundos'/><author><name>Arthur Petry</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10774640195640917062</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9187576254874102148.post-5189583113441044740</id><published>2011-09-14T12:20:00.001-03:00</published><updated>2011-09-14T12:35:34.192-03:00</updated><title type='text'>Reclamar</title><content type='html'>&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Eu sou um reclamão.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Adoro reclamar.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;É fácil&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Me enchem o saco porque eu reclamo demais.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Dizem que de nada adianta reclamar se eu não faço nada para mudar.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Outros dizem que eu quero aparecer, ser diferente dos outros.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Uau! Me descobriram.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Mas, não sabem, o fim da reclamação não existe.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Reclamar nunca adiantou nada.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Se adiantasse, a vida de todos seria mil maravilhas.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;A minha, então, seria a melhor de todas.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Mas não é assim.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;E ainda continuam reclamando.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Reclamar é lindo, é puro e sincero: não há segundas&amp;nbsp;intenções.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Ninguém reclama com o objetivo de mudar alguma coisa.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Para isso, existem as ações.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Todos reclamam de coisas impossíveis de serem mudadas.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Alguns do mindinho que dói após bater no móvel do banheiro.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Eu, da vida.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Apenas reclamo.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;E o mindinho continua doendo.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Se formos seguir a lógica dos estúpidos,&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Parem de reclamar da minha reclamação.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Afinal, do que adianta reclamar da minha reclamação se tu não faz nada para mudar?&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9187576254874102148-5189583113441044740?l=arthurpetry.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://arthurpetry.blogspot.com/feeds/5189583113441044740/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://arthurpetry.blogspot.com/2011/09/reclamar.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9187576254874102148/posts/default/5189583113441044740'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9187576254874102148/posts/default/5189583113441044740'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://arthurpetry.blogspot.com/2011/09/reclamar.html' title='Reclamar'/><author><name>Arthur Petry</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10774640195640917062</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9187576254874102148.post-2337585898789435858</id><published>2011-09-12T19:41:00.004-03:00</published><updated>2011-09-12T19:50:10.708-03:00</updated><title type='text'>Não há espaço para a ética popular no jornalismo</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: x-small;"&gt;Quem o fizer, sucumbirá no fracasso&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; Estava fuçando nos meus materiais de semestres anteriores da faculdade e encontrei um texto, escrito por mim, para uma cadeira qualquer que pedia para falar sobre&amp;nbsp;&lt;i&gt;"como equilibrar a atividade jornalística com o avanço tecnológico, a ansiedade da informação e o conceito de privacidade?"&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;Li ele inteiro e lembrei como eu era o cara mais&amp;nbsp;colhudo&amp;nbsp;que já se passou por qualquer faculdade de jornalismo. Como não sou egoísta, resolvi compartilhar um pedaço da minha genialidade que está expressa nesse texto escrito em 2009.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-style: normal;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="background-color: transparent;"&gt;&lt;div dir="ltr" id="internal-source-marker_0.7212396238464862" style="margin-bottom: 0pt; margin-top: 0pt; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="background-color: transparent; font-style: normal; font-variant: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap;"&gt;"&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;Em primeiro lugar, eu gostaria de saber quem decretou que se deve equilibrar a atividade jornalística com o avanço tecnológico, a ansiedade da informação e o conceito de privacidade. Para aqueles que acham isso necessário, começarei com um pouco de Darwin. A espécie se adapta ao ambiente ao qual ela vive e as que não se adaptarem simplesmente são extintas. Sempre partindo do princípio de que os humanos também são animais, tudo o que construímos e aquilo que nos rodeia também fazem parte da natureza. A ansiedade por informação e o avanço tecnológico são, portanto, mudanças do meio ao qual o jornalista terá de se adaptar. Os que não conseguirem, simplesmente estarão eliminados. É assim que a natureza funciona. Conceituando esses eventos como naturais, a privacidade conhecia hoje não terá espaço amanhã, e os que não conseguirem se adaptar a esse novo modelo de ambiente também serão eliminados. Simples.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="background-color: transparent;"&gt;&lt;div dir="ltr" style="margin-bottom: 0pt; margin-top: 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="background-color: transparent; color: black; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-style: normal; font-variant: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap;"&gt;&lt;span class="Apple-tab-span" style="white-space: pre;"&gt; &lt;/span&gt;Após tentarem contrariar a natureza, tentam acabar com a atividade jornalística. Sinto muito em informar, mas jornalismo é sim divulgar a lista de passageiros do avião que caiu, é mostrar a cara de pilantra, é usar câmera escondida, é brigar, ter concorrência, ser desleal, tirar foto de vítimas de acidentes, entrevistar familiares de pessoas que foram mortas e muitas outras coisas horríveis. Se alguém acha que tudo isso é errado e está cursando jornalismo, lamento informar, mas está no curso errado. Salvar vidas e ser ético (de acordo com a ética popular) é trabalho para médicos e advogados.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div dir="ltr" style="margin-bottom: 0pt; margin-top: 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="background-color: transparent; color: black; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-style: normal; font-variant: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap;"&gt;&lt;span class="Apple-tab-span" style="white-space: pre;"&gt; &lt;/span&gt;O avanço tecnológico só vem para ajudar o jornalista a aprofundar cada vez mais as matérias e alimentar a ansiedade de informação, natural, do público. A privacidade acabará logo e nós teremos que nos adaptar a isso.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div dir="ltr" style="margin-bottom: 0pt; margin-top: 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="background-color: transparent; color: black; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-style: normal; font-variant: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap;"&gt;&lt;span class="Apple-tab-span" style="white-space: pre;"&gt; &lt;/span&gt;Outro ponto importantíssimo que muitos falsos moralistas hipócritas adoram proclamar por aí é criticar certos veículos e pessoas. Como por exemplo, a grande quantidade de gente que adora criticar a Zero Hora por ter divulgado o nome e as fotos dos passageiros do acidente da TAM, mais recentemente a Istoé por ter divulgado o nome e fotos dos passageiros do Air France, o Datena por falar supostas besteiras na TV, o Big Brother por mostrar “cultura inútil” (sendo que Big Brother não é cultura, é entretenimento, e mesmo que fosse cultura, ninguém pode julgar a cultura dos outros como “inútil”, sempre seguindo a lógica de falsos moralistas), o Cabrini por usar câmeras escondidas e tantos outros clichês que, para um aluno de jornalismo, não tem cabimento. A minha resposta é simples: não gosta? Não assista, não compre, não de ibope, não faça jornalismo, pois isso é jornalismo. Figurando, é como eu dizer que não gosto de tomar coca cola e tomar. Ou melhor, acha que ta errado? Quer mudar? Faça a sua própria empresa e utilize os recursos e conceitos que tu julga ser melhores e veja até onde chegará. Porque almejar emprego em uma empresa que não segue nenhum dos seus princípios? É mais ou menos como aconteceu comigo na faculdade. Eu queria debater sobre aborto na rádio e a instituição simplesmente me impediu de fazê-lo. Justificaram que esses são os princípios da faculdade e eu não posso fazer nada, além de segui-los. E também eu não sou obrigado a fazer o programa. Bem, é mais ou menos isso que eu digo a aqueles que acham o trabalho jornalístico errado.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div dir="ltr" style="margin-bottom: 0pt; margin-top: 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="background-color: transparent; color: black; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-style: normal; font-variant: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap;"&gt;&lt;span class="Apple-tab-span" style="white-space: pre;"&gt; &lt;/span&gt;Devemos como jornalistas, usufruir ao máximo os avanços tecnológicos, alimentar a ansiedade de informação do nosso fiel público (pra mim, isso é ter ética) e deixar o conceito de privacidade para advogados e juízes. Termino com uma frase monumental criada por mim, é claro: não há espaço para a ética popular no jornalismo."&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9187576254874102148-2337585898789435858?l=arthurpetry.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://arthurpetry.blogspot.com/feeds/2337585898789435858/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://arthurpetry.blogspot.com/2011/09/nao-ha-espaco-para-etica-popular-no.html#comment-form' title='5 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9187576254874102148/posts/default/2337585898789435858'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9187576254874102148/posts/default/2337585898789435858'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://arthurpetry.blogspot.com/2011/09/nao-ha-espaco-para-etica-popular-no.html' title='Não há espaço para a ética popular no jornalismo'/><author><name>Arthur Petry</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10774640195640917062</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>5</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9187576254874102148.post-1009559680175649964</id><published>2011-08-30T02:13:00.000-03:00</published><updated>2011-08-30T02:13:14.104-03:00</updated><title type='text'>Punição para quem paga por sexo. Mas só homens.</title><content type='html'>&lt;br /&gt;&lt;div style="background-color: transparent;"&gt;&lt;div dir="ltr" id="internal-source-marker_0.9424671905580908" style="margin-bottom: 0pt; margin-top: 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="background-color: transparent; color: black; font-family: Arial; font-size: 11pt; font-style: normal; font-variant: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap;"&gt;&lt;span class="Apple-tab-span" style="white-space: pre;"&gt;	&lt;/span&gt;Como já disse em um post, estamos vivendo o império do surrealismo. É um show de horror. Dessa vez eu estava lendo algumas notícias na internet, até que cheguei a uma &lt;/span&gt;&lt;a href="http://colunas.epoca.globo.com/mulher7por7/2011/07/21/o-homem-que-paga-por-sexo-esta-ao-seu-lado/"&gt;&lt;span style="background-color: transparent; color: #000099; font-family: Arial; font-size: 11pt; font-style: normal; font-variant: normal; text-decoration: underline; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap;"&gt;infeliz coluna da revista Época&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="background-color: transparent; color: black; font-family: Arial; font-size: 11pt; font-style: normal; font-variant: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap;"&gt;. A autora, mais infeliz que a sua coluna e mais vazia que a sua seção no site, defende e vomita uma ideia absurda, numa clara vontade de se sentir justiceira, defendendo algo vazio, indefensável e sem sentido.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div dir="ltr" style="margin-bottom: 0pt; margin-top: 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="background-color: transparent; color: black; font-family: Arial; font-size: 11pt; font-style: normal; font-variant: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap;"&gt;&lt;span class="Apple-tab-span" style="white-space: pre;"&gt;	&lt;/span&gt;Resumindo, a matéria defende a punição de quem paga por sexo com base no nada. No nada, pois a mostragem da pesquisa é de - se preparem para rir - cento e uma pessoas. É ridículo. Ninguém pode concluir nada em uma “pesquisa” onde o resultado é fruto de pouquíssimos dados. Vejam essa frase: “&lt;/span&gt;&lt;span style="background-color: transparent; color: black; font-family: Arial; font-size: 11pt; font-style: italic; font-variant: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap;"&gt;Melissa constatou o que muitas de nós já desconfiávamos: os homens que aceitam pagar por sexo estão em todo lugar. Pode ser o colega de trabalho que senta na mesa ao lado, o chefe, o amigo que lhe arranca gargalhadas na mesa do bar, seu namorado, seu marido, seu pai.&lt;/span&gt;&lt;span style="background-color: transparent; color: #333333; font-family: 'Trebuchet MS'; font-size: 11pt; font-style: normal; font-variant: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap;"&gt;” &lt;/span&gt;&lt;span style="background-color: transparent; color: black; font-family: Arial; font-size: 11pt; font-style: normal; font-variant: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap;"&gt;Concluir e classificar todo homem que pagaria por sexo como um estuprador em potencial com base em uma pesquisa dessas é burrice e defender e divulgar essa ideia é irresponsabilidade. Essa moça devia ter o seu diploma caçado, isso se tiver um. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div dir="ltr" style="margin-bottom: 0pt; margin-top: 0pt; text-align: justify; text-indent: 36pt;"&gt;&lt;span style="background-color: transparent; color: black; font-family: Arial; font-size: 11pt; font-style: normal; font-variant: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap;"&gt;Entretanto, vamos ignorar esse fator que, por si só, já desqualificaria a pesquisa e a &amp;nbsp;opinião dessa porcaria de jornalista e vamos continuar. Vamos supor que o número de entrevistados fosse muito maior gerando assim uma conclusão mais próxima da realidade. “&lt;/span&gt;&lt;span style="background-color: transparent; color: black; font-family: Arial; font-size: 11pt; font-style: italic; font-variant: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap;"&gt;A pesquisa [...] revela que os compradores de sexo são oito vezes mais propensos do que os não-compradores a estuprar uma mulher se acharem que podem escapar. Eles ainda cometeriam crimes com mais freqüência: de vandalismo a roubo.&lt;/span&gt;&lt;span style="background-color: transparent; color: black; font-family: Arial; font-size: 11pt; font-style: normal; font-variant: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap;"&gt;” Ora, ora. Até onde eu sei, ninguém pode ser preso ou punido por “ser mais propenso” a cometer algum crime. Alguém pode ser “mais propenso” a algum ato e nunca cometê-lo na vida, enquanto outra pessoa pode ser “menos propensa” ao mesmo ato e cometê-lo em algum momento. A “mais propensa” deve ser, no máximo, vigiada. Ainda que a irresponsável autora do blog não tenha escrito as frases onde os “compradores de sexo” afirmam a intenção de estuprar prostitutas, essas supostas pessoas supostamente “mais propensas” a cometer os crimes descritos devem ser punidas apenas quando cometerem o crime ou quando tentarem cometê-lo. É como eu escrever aqui “eu quero explodir um prédio” e ser preso mesmo sem explodí-lo.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div dir="ltr" style="margin-bottom: 0pt; margin-top: 0pt; text-align: justify; text-indent: 36pt;"&gt;&lt;span style="background-color: transparent; color: black; font-family: Arial; font-size: 11pt; font-style: normal; font-variant: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap;"&gt;Essa ideia de que a prostituição é o “reflexo de uma sociedade machista que oprime as mulheres” é mais uma das tantas balelas inventadas pelas feministas e surpreendentemente absorvidas pela massa. Surpreendentemente, pois não há a menor lógica nisso. Eu já falei sobre isso no post “O mundo não é e nunca foi machista”. O domínio é de quem tem o que o outro quer. Se uma pessoa é capaz de gastar parte do seu salário (resultado de esforço) para ter alguma coisa, é sinal de que esse produto a faz feliz, ela quer muito, fará a vida dela melhor ou, em alguns casos, ela é dependente desse produto. Se há homens dispostos a pagar para simplesmente ter UMA relação sexual com uma mulher, significa que ela tem o poder e o domínio. O homem é completamente apaixonado e dependente de vaginas. Isso faz com que a mulher, sim, tenha o domínio, pois ela tem o produto que a maioria esmagadora dos homens quer. Dizer que a prostituição é resultado de homens opressores é como afirmar que o traficante é um oprimido pelo usuário.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div dir="ltr" style="margin-bottom: 0pt; margin-top: 0pt; text-align: justify; text-indent: 36pt;"&gt;&lt;span style="background-color: transparent; color: black; font-family: Arial; font-size: 11pt; font-style: normal; font-variant: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap;"&gt;A prostituta é prostituta porque ela quer e porque ela pode. Vamos parar com essa ladainha de tratar a prostituta como um resultado de uma “sociedade opressora”. Aliás, eu vejo isso pelo outro lado. A mulher é a única que pode gerar grandes lucros pra si apenas usando seu corpo. E isso é comprovado pelo alto número de mulheres prostitutas em contraste com o pequeno número de homens que se prostituem. O homem comum, aquele que não tem o porte físico ideal, jamais poderá se utilizar da prostituição caso nada lhe reste na vida. Se ele tentar, certamente será ridicularizado. Já a mulher nem precisa ser gostosíssima para se beneficiar da prostituição. Deem uma passada nos pontos de prostituição das suas cidades e vejam cada bagulho que tem por lá. Certamente não estariam se aquilo não as trouxessem resultado. Ganhar dinheiro simplesmente por ter uma vagina me parece ser injusto com os homens e não com as mulheres. Os homens acabam por trabalhar em obras, em portarias de prédios, como zeladores, vigilantes, encanadores, eletricistas, vidraceiros, motoristas de ônibus e taxi, motoboys, entre tantos outros trabalhos desgastantes que ninguém, nem mesmo os que estão lá, almejam para suas vidas. Portanto, se as mulheres não gostam do trabalho de prostituta, não sejam. Procurem outros trabalhos, como os que eu citei acima.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div dir="ltr" style="margin-bottom: 0pt; margin-top: 0pt; text-align: justify; text-indent: 36pt;"&gt;&lt;span style="background-color: transparent; color: black; font-family: Arial; font-size: 11pt; font-style: normal; font-variant: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap;"&gt;As feministas são um poço de contradição. Defendem a mulher independente, fodona, segura de si e segura do seu corpo, mas se ela quiser exercer tudo isso vendendo o seu corpo, não pode. É “opressão machista” e não a livre escolha de uma “mulher independente”. Será que essa moça também seria a favor da punição de mulheres que pagam garotos de programa? Ou quem sabe de gays que pagam garotos de programa? Não né? Apenas o homem heterossexual que encontra no pagamento por sexo a única forma de saciar a sua vontade. Esse foi um dos maiores absurdos que eu já vi. “Punição pra homens que pagam por sexo”. Deixem quem quiser pagar por sexo pagar e quem quiser vender o seu corpo vender. Afinal, não são vocês que defendem a “liberdade” e que “cada um faz o que quiser com o seu corpo”? Hipócritas. Punam aqueles que cometerem algum crime, não interessa se for contra prostituta, pai de família, secretária, motoboy, homem ou mulher e sem base no “são mais propensos a”.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9187576254874102148-1009559680175649964?l=arthurpetry.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://arthurpetry.blogspot.com/feeds/1009559680175649964/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://arthurpetry.blogspot.com/2011/08/punicao-para-quem-paga-por-sexo-mas-so.html#comment-form' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9187576254874102148/posts/default/1009559680175649964'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9187576254874102148/posts/default/1009559680175649964'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://arthurpetry.blogspot.com/2011/08/punicao-para-quem-paga-por-sexo-mas-so.html' title='Punição para quem paga por sexo. Mas só homens.'/><author><name>Arthur Petry</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10774640195640917062</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9187576254874102148.post-6958327793392575879</id><published>2011-08-25T17:12:00.006-03:00</published><updated>2011-09-07T18:21:08.369-03:00</updated><title type='text'>A esquerda e sua tara por bandidos</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: medium;"&gt;&lt;span style="background-color: transparent; color: black; font-family: Arial; font-size: 11pt; font-style: normal; font-variant: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap;"&gt;             É de conhecimento geral que a esquerda tem uma paixão inexplicável por bandidos e marginais. Não duvido que tenha por aí algum que defenda com unhas e dentes sujeitos como Fernandinho Beira Mar ou líderes do PCC. Não duvido que em breve surjam sociólogos, teóricos, intelectuais e universitários estúpidos com argumentos demagogos para defender &lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=dbA4xZwFo5g"&gt;&lt;span style="background-color: transparent; color: #000099; font-family: Arial; font-size: 11pt; font-style: normal; font-variant: normal; text-decoration: underline; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap;"&gt;esse indivíduo&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="background-color: transparent; color: black; font-family: Arial; font-size: 11pt; font-style: normal; font-variant: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap;"&gt;. Provavelmente nunca sofreram na mão de um marginal sem escrúpulos ou, se já passaram por uma situação dessas, são sadomasoquistas.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="background-color: transparent;"&gt;&lt;div dir="ltr" style="font-family: 'Times New Roman'; font-size: medium; margin-bottom: 0pt; margin-top: 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="background-color: transparent; color: black; font-family: Arial; font-size: 11pt; font-style: normal; font-variant: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="background-color: transparent; color: black; font-family: Arial; font-size: 11pt; font-style: normal; font-variant: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap;"&gt;             Logo que explodiu o caos recente na Inglaterra, já me preparei para ver por aí a corja buscando argumentos que vitimizassem os criminosos. No início eles não estavam conseguindo encontrar grandes argumentos para saciar o seu tesão por marginais e não eram capazes de ir além de clichês irritantes. Mas, para alívio deles, surgiu &lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=HI1YSPHVeIA"&gt;&lt;span style="background-color: transparent; color: #000099; font-family: Arial; font-size: 11pt; font-style: normal; font-variant: normal; text-decoration: underline; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap;"&gt;essa entrevista&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="background-color: transparent; color: black; font-family: Arial; font-size: 11pt; font-style: normal; font-variant: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap;"&gt; de um sociólogo para o jornal da Globo News. O argumento usado pelos esquerdistas para defender um jovem que incendeia carros e lojas e mata inocentes é sempre o mesmo: “o contexto social”. Contraditoriamente, são os mesmos que logo de cara condenam o homem que violenta uma mulher de “bandido machista”, sem se preocupar com o contexto no qual esse homem estava envolvido. Ou então acusam jovens agressores de classe média/alta de “homofóbicos” sem se solidarizar com o “contexto social” deles. Um peso, duas medidas.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div dir="ltr" style="font-family: 'Times New Roman'; font-size: medium; margin-bottom: 0pt; margin-top: 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-1vSvphvU9Lc/TmffgBKO7bI/AAAAAAAAAGs/xgtcMKrmZkA/s1600/London-riots-day-3-005.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" height="204" src="http://4.bp.blogspot.com/-1vSvphvU9Lc/TmffgBKO7bI/AAAAAAAAAGs/xgtcMKrmZkA/s320/London-riots-day-3-005.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: white; color: #444444; font-family: Arial, Tahoma, Helvetica, FreeSans, sans-serif; font-size: xx-small; line-height: 12px;"&gt;Jovens revoltados com o seu contexto social buscando uma vida melhor&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;span style="background-color: transparent; color: black; font-family: Arial; font-size: 11pt; font-style: normal; font-variant: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div dir="ltr" style="font-family: 'Times New Roman'; margin-bottom: 0pt; margin-top: 0pt; text-align: center;"&gt;&lt;span style="background-color: transparent; color: black; font-family: Arial; font-size: 11pt; font-style: normal; font-variant: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap;"&gt;                                          &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div dir="ltr" style="font-family: 'Times New Roman'; font-size: medium; margin-bottom: 0pt; margin-top: 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="background-color: transparent; color: black; font-family: Arial; font-size: 11pt; font-style: normal; font-variant: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="background-color: transparent; color: black; font-family: Arial; font-size: 11pt; font-style: normal; font-variant: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap;"&gt;             A verdade é que essas pessoas são criminosas. Mal intencionadas. Porém, na cabeça doentia dos defensores de bandidos, há um &lt;/span&gt;&lt;span style="background-color: transparent; color: black; font-family: Arial; font-size: 11pt; font-style: italic; font-variant: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap;"&gt;gene da criminalidade&lt;/span&gt;&lt;span style="background-color: transparent; color: black; font-family: Arial; font-size: 11pt; font-style: normal; font-variant: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap;"&gt; nas pessoas pobres. Como será que se sentiria um pobre que se esforça pra sobreviver sem roubar e matar ao ouvir um intelectualzinho de merda afirmado que a culpa de a pessoa se tornar bandido é da sua condição de pobreza? Se fosse assim, o que explicaria os diversos roubos e crimes de corrupção cometidos por políticos, visto que eles definitivamente não vivem em meio a pobreza? Qual é o contexto social de medo e repressão vivido por um político que justifique tais atos? Ou então, qual é o cenário de opressão que sofrem esses jovens agressores de homossexuais que justifiquem tais atos? Se fosse assim, como explicar crimes cometidos nas classes altas da sociedade? Se tudo dependesse do “contexto social”, as classes altas estariam livres de qualquer registro de crime. Como explicar jovens de classe média/alta, estudantes em faculdades particulares que fazem parte de &lt;/span&gt;&lt;span style="background-color: transparent; color: black; font-family: Arial; font-size: 11pt; font-style: italic; font-variant: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap;"&gt;gangues&lt;/span&gt;&lt;span style="background-color: transparent; color: black; font-family: Arial; font-size: 11pt; font-style: normal; font-variant: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap;"&gt;, usam drogas e saem pelas ruas em busca de confusão? Não é raro ouvir relatos de pancadaria generalizada em festas caríssimas proporcionada por jovens que sempre dispuzeram de educação de qualidade. Isso também vale para a argumentação dos pseudo-intelectuais de esquerda quando dizem que drogados são drogados devido ao seu “contexto social”. O argumento de que &lt;/span&gt;&lt;span style="background-color: transparent; color: black; font-family: Arial; font-size: 11pt; font-style: italic; font-variant: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap;"&gt;“o bandido é um coitadinho, pois devemos estudar o contexto social onde ele está inserido e aí vamos perceber o que o levou a isso” &lt;/span&gt;&lt;span style="background-color: transparent; color: black; font-family: Arial; font-size: 11pt; font-style: normal; font-variant: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap;"&gt;advém da bunda molice do pós-modernismo e dos &lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.reflexoesmasculinas.com.br/2011/08/o-imbecil-pos-moderno.html"&gt;&lt;span style="background-color: transparent; color: #000099; font-family: Arial; font-size: 11pt; font-style: normal; font-variant: normal; text-decoration: underline; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap;"&gt;imbecis pós modernos&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="background-color: transparent; color: black; font-family: Arial; font-size: 11pt; font-style: normal; font-variant: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap;"&gt;. A resposta para as perguntas desse parágrafo é simples: existe o bem e o mal. Existem pessoas mal intencionadas, pessoas que escolhem seguir o pior caminho. E a esquerda se recusa a admitir isso. São vagabundos, marginais, bandidos e vândalos SIM, não importando sua classe social ou raça.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div dir="ltr" style="font-family: 'Times New Roman'; font-size: medium; margin-bottom: 0pt; margin-top: 0pt; text-align: justify; text-indent: 36pt;"&gt;&lt;span style="background-color: transparent; color: black; font-family: Arial; font-size: 11pt; font-style: normal; font-variant: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap;"&gt;Lá pelas tantas na entrevista do sociólogo, ele afirma que os baderneiros &lt;/span&gt;&lt;span style="background-color: transparent; color: black; font-family: Arial; font-size: 11pt; font-style: italic; font-variant: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap;"&gt;“são jovens que não encontram emprego, que tem dificuldade de acesso a escola”&lt;/span&gt;&lt;span style="background-color: transparent; color: black; font-family: Arial; font-size: 11pt; font-style: normal; font-variant: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap;"&gt;. Eu, sinceramente, duvído que esses jovens seriam impedidos de estudar caso procurassem uma escola no intuito de aprender, adquirir conhecimento se esforçar. Tanto na Inglaterra como no Brasil, esse papo furado de que não há escola para todos não me engana. Já cansamos de ver histórias de gente que esfola o pé caminhando distâncias enormes para chegar na escola e estudar. O motivo que leva esses jovens a não estudar é simplesmente uma escolha; eles não querem. Preferem viver como um “vida loka”. Ou então, quando tem a oportunidade de ir a escola e ter acesso a professores dispostos a ensinar, não aproveitam. Preferem fumar maconha na praça, tomar cachaça, conversar durante a aula, zombar do professor, desrespeitar o diretor e por aí vai. São vagabundos. Quanto a questão da falta de emprego dita pelo sociólogo, o que explicaria a alta taxa de imigrantes (legais ou ilegais) que conseguem facilmente emprego por lá? E também, a julgar pelas fotos dos tumultos, os baderneiros não me parecem ser pobres coitados sem nada na vida. Não vestindo roupas caríssimas da Nike e Adidas.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div dir="ltr" style="margin-bottom: 0pt; margin-top: 0pt; text-align: justify; text-indent: 36pt;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Times New Roman'; font-size: medium;"&gt;&lt;span style="background-color: transparent; color: black; font-family: Arial; font-size: 11pt; font-style: normal; font-variant: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap;"&gt;Theodore Dalrymple, em texto traduzido por Edson Camargo e postado no site Mídia Sem Máscara, explica perfeitamente o que realmente se passa na Inglaterra: &lt;/span&gt;&lt;span style="background-color: transparent; color: black; font-family: Arial; font-size: 11pt; font-style: italic; font-variant: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap;"&gt;“&lt;/span&gt;&lt;span style="background-color: white; color: black; font-family: Arial; font-size: 11pt; font-style: italic; font-variant: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap;"&gt;Os distúrbios são a apoteose do Estado de Bem Estar Social e da cultura popular em sua versão britânica. A população pensa (pois é orientada nesse sentido pelos intelectuais e pela classe política) que tem o direito a um alto padrão de consumo, pouco importando seu esforço pessoal; e por não recebê-lo, em comparação ao restante da sociedade, vê isso como um sinal de injustiça. Ela se acredita tolhida, privada, (pois assim muitas vezes lhes dizem os intelectuais e a classe política) ainda que cada cidadão tenha recebido uma educação que tenha custado 80 mil dólares, pelos quais nem ele nem algum outro membro de sua família contribuíram em nada;”&lt;/span&gt;&lt;span style="background-color: white; color: black; font-family: Arial; font-size: 11pt; font-style: normal; font-variant: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap;"&gt;. Leia o resto do artigo &lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.midiasemmascara.org/artigos/internacional/europa/12343-em-exposicao-a-decadencia-britanica.html"&gt;&lt;span style="background-color: white; color: #000099; font-family: Arial; font-size: 11pt; font-style: normal; font-variant: normal; text-decoration: underline; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap;"&gt;aqui&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="background-color: white; color: black; font-family: Arial; font-size: 11pt; font-style: normal; font-variant: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap;"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div dir="ltr" style="font-family: 'Times New Roman'; font-size: medium; margin-bottom: 0pt; margin-top: 0pt; text-align: justify; text-indent: 36pt;"&gt;&lt;span style="background-color: white; color: black; font-family: Arial; font-size: 11pt; font-style: normal; font-variant: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap;"&gt;E a morte do tal Mark Duggan que, conforme os noticiários, foi a faísca para o início dos tumultos? Alguém realmente sabe quem era esse cidadão ou só repetem por aí que &lt;/span&gt;&lt;span style="background-color: white; color: black; font-family: Arial; font-size: 11pt; font-style: italic; font-variant: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap;"&gt;“era um rapaz negro”&lt;/span&gt;&lt;span style="background-color: white; color: black; font-family: Arial; font-size: 11pt; font-style: normal; font-variant: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap;"&gt;? Vejamos &lt;/span&gt;&lt;a href="http://exame.abril.com.br/economia/mundo/noticias/mark-duggan-o-caos-no-reino-unido-comecou-por-causa-dele"&gt;&lt;span style="background-color: white; color: #000099; font-family: Arial; font-size: 11pt; font-style: normal; font-variant: normal; text-decoration: underline; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap;"&gt;essa matéria&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="background-color: white; color: black; font-family: Arial; font-size: 11pt; font-style: normal; font-variant: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;span style="background-color: transparent; color: black; font-family: Arial; font-size: 11pt; font-style: normal; font-variant: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap;"&gt;publicada no site da revista Exame. Comecem pela foto. Com certeza um rapaz do bem. Gente finíssima. Depois, vamos as frases. &lt;/span&gt;&lt;span style="background-color: transparent; color: black; font-family: Arial; font-size: 11pt; font-style: italic; font-variant: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap;"&gt;“&lt;/span&gt;&lt;span style="background-color: white; color: black; font-family: Arial; font-size: 11pt; font-style: italic; font-variant: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap;"&gt;A violência tinha como justificativa o desejo de vingar a morte de um jovem que é descrito por familiares e amigos como um exemplo para a comunidade onde ele morava. Um amigo afirmou que ele era “um homem de família”. A noiva de Mark, Semone Wilson, disse ao jornal britânico &lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.guardian.co.uk/uk/2011/aug/08/mark-duggan-profile-tottenham-shooting"&gt;&lt;span style="background-color: white; color: black; font-family: Arial; font-size: 11pt; font-style: italic; font-variant: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap;"&gt;The Guardian&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="background-color: white; color: black; font-family: Arial; font-size: 11pt; font-style: italic; font-variant: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap;"&gt; que ele era um “bom pai, que idolatrava seus filhos”.”&lt;/span&gt;&lt;span style="background-color: white; color: black; font-family: Arial; font-size: 11pt; font-style: normal; font-variant: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap;"&gt;. Claro! Amigos e familiares. Fontes livres de qualquer posicionamento. Esperavam que o amigo e a noiva declarassem “ele era um bandido, membro de gangue, era procurado pela polícia e provavelmente reagiu a abordagem”? O que eu não entendo é porque levam as palavras da noiva e do amigo como algo intocável e, portanto, concluindo que Mark Duggan era um “inocente vítima da polícia racista”, quando há outras informações contrariando essas que declaram Duggan como um membro de gangue envolvido em atividades ilegais.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://static.guim.co.uk/sys-images/Guardian/About/General/2011/8/8/1312829212577/Mark-Duggan-007.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" height="192" src="http://static.guim.co.uk/sys-images/Guardian/About/General/2011/8/8/1312829212577/Mark-Duggan-007.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;Mark Duggan: um sujeito da paz&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;div dir="ltr" style="font-family: 'Times New Roman'; font-size: medium; margin-bottom: 0pt; margin-top: 0pt; text-align: justify; text-indent: 36pt;"&gt;&lt;span style="background-color: white; color: black; font-family: Arial; font-size: 11pt; font-style: normal; font-variant: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div dir="ltr" style="font-family: 'Times New Roman'; font-size: medium; margin-bottom: 0pt; margin-top: 0pt; text-align: justify; text-indent: 36pt;"&gt;&lt;span style="background-color: white; color: black; font-family: Arial; font-size: 11pt; font-style: normal; font-variant: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap;"&gt;Não me venham com essa balela de que os jovens ingleses incendiaram carros e saquearam lojas de gente inocente (que provavelmente dependiam dessas lojas para sustentar uma família) a troco do seu “contexto social”. Eles nem estavam pensando nisso enquanto proporcionavam cenas de horror nas ruas inglesas. A esquerda tem a mania de pensar pelos outros; determinaram que eles são pobres coitados que estão lutando por uma vida melhor. Não. Eles nunca falaram isso. Na verdade, eles &lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=vc0gQ_m66pY"&gt;&lt;span style="background-color: white; color: #000099; font-family: Arial; font-size: 11pt; font-style: normal; font-variant: normal; text-decoration: underline; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap;"&gt;demonstram alegria em entrevistas&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="background-color: white; color: black; font-family: Arial; font-size: 11pt; font-style: normal; font-variant: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap;"&gt;; &lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=8x0xDICuoc4"&gt;&lt;span style="background-color: white; color: #000099; font-family: Arial; font-size: 11pt; font-style: normal; font-variant: normal; text-decoration: underline; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap;"&gt;sorriem enquanto colocam fogo em prédios&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="background-color: white; color: black; font-family: Arial; font-size: 11pt; font-style: normal; font-variant: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap;"&gt; e &lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=eeRNcqJChqo"&gt;&lt;span style="background-color: white; color: #000099; font-family: Arial; font-size: 11pt; font-style: normal; font-variant: normal; text-decoration: underline; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap;"&gt;se divertem ao roubar os pertences de um cidadão machucado&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="background-color: white; color: black; font-family: Arial; font-size: 11pt; font-style: normal; font-variant: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap;"&gt;. Eles, como qualquer marginal aqui do Brasil, gostam da adrenalina. Gostam de desafiar a polícia. Gostam de fazer baderna. Querem ser bandidos. Preferem ser marginais. Gostam de assalatar. Assim como os pitboys &lt;/span&gt;&lt;span style="background-color: white; color: black; font-family: Arial; font-size: 11pt; font-style: normal; font-variant: normal; text-decoration: underline; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap;"&gt;gostam &lt;/span&gt;&lt;span style="background-color: white; color: black; font-family: Arial; font-size: 11pt; font-style: normal; font-variant: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap;"&gt;de violentar homossexuais, simplesmente por serem pessoas de má índole. E podem ter certeza que eles não vão pensar no “contexto social” quando encontrar um de vocês na rua e iniciar um assalto, uma agressão, um estupro ou qualquer tipo de crime cometido por eles diariamente. Não consigo entender o que leva a esquerda a se esforçar tanto para arranjar argumentos que vitimizem esses criminosos, enquanto pessoas que tem igual condição de vida são roubadas e agredidas em nome da violência gratuita sem ser defendidas por essas mesmas pessoas. A única explicação é a tara por marginais.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9187576254874102148-6958327793392575879?l=arthurpetry.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://arthurpetry.blogspot.com/feeds/6958327793392575879/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://arthurpetry.blogspot.com/2011/08/esquerda-e-sua-tara-por-bandidos.html#comment-form' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9187576254874102148/posts/default/6958327793392575879'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9187576254874102148/posts/default/6958327793392575879'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://arthurpetry.blogspot.com/2011/08/esquerda-e-sua-tara-por-bandidos.html' title='A esquerda e sua tara por bandidos'/><author><name>Arthur Petry</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10774640195640917062</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-1vSvphvU9Lc/TmffgBKO7bI/AAAAAAAAAGs/xgtcMKrmZkA/s72-c/London-riots-day-3-005.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9187576254874102148.post-269237557748961655</id><published>2011-08-22T00:47:00.005-03:00</published><updated>2011-08-22T00:58:10.649-03:00</updated><title type='text'>Eu não pedi para vir pra cá</title><content type='html'>&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-xa8MSq7Sf-s/TlHTaPUF-jI/AAAAAAAAAGI/lxZOZCX_mUI/s1600/vida.jpg" onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 200px; height: 194px;" src="http://1.bp.blogspot.com/-xa8MSq7Sf-s/TlHTaPUF-jI/AAAAAAAAAGI/lxZOZCX_mUI/s200/vida.jpg" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5643524255812811314" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Times New Roman'; font-size: medium; "&gt;&lt;div style="background-color: transparent; "&gt;&lt;span id="internal-source-marker_0.4426608963403851" style="font-size: 11pt; font-family: Arial; color: rgb(0, 0, 0); background-color: transparent; font-style: normal; font-variant: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap; "&gt;- Vive aí, otário.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: 11pt; font-family: Arial; color: rgb(0, 0, 0); background-color: transparent; font-style: normal; font-variant: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap; "&gt;- Mas... mas o que é isso?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: 11pt; font-family: Arial; color: rgb(0, 0, 0); background-color: transparent; font-style: normal; font-variant: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap; "&gt;- Nada.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: 11pt; font-family: Arial; color: rgb(0, 0, 0); background-color: transparent; font-style: normal; font-variant: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap; "&gt;- Que lugar é esse? Como eu vim parar aqui?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: 11pt; font-family: Arial; color: rgb(0, 0, 0); background-color: transparent; font-style: normal; font-variant: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap; "&gt;- Aceita.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: 11pt; font-family: Arial; color: rgb(0, 0, 0); background-color: transparent; font-style: normal; font-variant: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap; "&gt;- Mas eu não pedi para vir pra cá.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: 11pt; font-family: Arial; color: rgb(0, 0, 0); background-color: transparent; font-style: normal; font-variant: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap; "&gt;- Sinto muito, não há o que fazer.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: 11pt; font-family: Arial; color: rgb(0, 0, 0); background-color: transparent; font-style: normal; font-variant: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap; "&gt;- Tá bom... mas eu posso ficar aqui parado e sozinho?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: 11pt; font-family: Arial; color: rgb(0, 0, 0); background-color: transparent; font-style: normal; font-variant: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap; "&gt;- Não. Em breve tu vai sentir fome e sono. Vai precisar de um lugar pra descansar e de alimentos.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: 11pt; font-family: Arial; color: rgb(0, 0, 0); background-color: transparent; font-style: normal; font-variant: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap; "&gt;- Se não...?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: 11pt; font-family: Arial; color: rgb(0, 0, 0); background-color: transparent; font-style: normal; font-variant: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap; "&gt;- Tu vai sentir dores. Vai se sentir péssimo. É uma droga. Acredita em mim.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: 11pt; font-family: Arial; color: rgb(0, 0, 0); background-color: transparent; font-style: normal; font-variant: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap; "&gt;- Mas eu não pedi para vir pra cá.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: 11pt; font-family: Arial; color: rgb(0, 0, 0); background-color: transparent; font-style: normal; font-variant: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap; "&gt;- Acontece.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: 11pt; font-family: Arial; color: rgb(0, 0, 0); background-color: transparent; font-style: normal; font-variant: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap; "&gt;- Quem me trouxe pra cá?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: 11pt; font-family: Arial; color: rgb(0, 0, 0); background-color: transparent; font-style: normal; font-variant: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap; "&gt;- Eles.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: 11pt; font-family: Arial; color: rgb(0, 0, 0); background-color: transparent; font-style: normal; font-variant: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap; "&gt;- Eles? Só vejo uma ali.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: 11pt; font-family: Arial; color: rgb(0, 0, 0); background-color: transparent; font-style: normal; font-variant: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap; "&gt;- O outro sumiu. Foi embora.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: 11pt; font-family: Arial; color: rgb(0, 0, 0); background-color: transparent; font-style: normal; font-variant: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap; "&gt;- Mas não é ele o responsável por eu estar aqui?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: 11pt; font-family: Arial; color: rgb(0, 0, 0); background-color: transparent; font-style: normal; font-variant: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap; "&gt;- Sim.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: 11pt; font-family: Arial; color: rgb(0, 0, 0); background-color: transparent; font-style: normal; font-variant: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap; "&gt;- Então?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: 11pt; font-family: Arial; color: rgb(0, 0, 0); background-color: transparent; font-style: normal; font-variant: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap; "&gt;- Ele foi embora. Aceita.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: 11pt; font-family: Arial; color: rgb(0, 0, 0); background-color: transparent; font-style: normal; font-variant: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap; "&gt;- Isso não é certo. E aquela ali? Ela também é responsável pelo fato de eu ter vindo pra cá, certo?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: 11pt; font-family: Arial; color: rgb(0, 0, 0); background-color: transparent; font-style: normal; font-variant: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap; "&gt;- Certo.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: 11pt; font-family: Arial; color: rgb(0, 0, 0); background-color: transparent; font-style: normal; font-variant: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap; "&gt;- Ela não pode me dar esse tal de alimento e esse tal de descanso?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: 11pt; font-family: Arial; color: rgb(0, 0, 0); background-color: transparent; font-style: normal; font-variant: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap; "&gt;- Pode, mas por algum tempo.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: 11pt; font-family: Arial; color: rgb(0, 0, 0); background-color: transparent; font-style: normal; font-variant: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap; "&gt;- Ok. E quando esse tempo terminar, o que eu faço?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: 11pt; font-family: Arial; color: rgb(0, 0, 0); background-color: transparent; font-style: normal; font-variant: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap; "&gt;- Tu vai sair, vai ler, vai estudar, vai pegar chuva, vai sentir frio, fome, sede, calor, vai ser rejeitado por todo mundo, vai ser odiado, vai sentir todo o tipo de dores, vai se sentir cansado, vai tomar remédios, vai sentir sono, vai ter problemas, vai apanhar na rua, vai ficar doente, vai pro colégio, faculdade, vai ser alguém, vai trabalhar, vai ganhar dinheiro, vai ser bem sucedido.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: 11pt; font-family: Arial; color: rgb(0, 0, 0); background-color: transparent; font-style: normal; font-variant: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap; "&gt;- Pra que?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: 11pt; font-family: Arial; color: rgb(0, 0, 0); background-color: transparent; font-style: normal; font-variant: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap; "&gt;- Pra poder ter alimento e um lugar pra descansar.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: 11pt; font-family: Arial; color: rgb(0, 0, 0); background-color: transparent; font-style: normal; font-variant: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap; "&gt;- Mas eu não pedi por isso.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: 11pt; font-family: Arial; color: rgb(0, 0, 0); background-color: transparent; font-style: normal; font-variant: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap; "&gt;- Aceita.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: 11pt; font-family: Arial; color: rgb(0, 0, 0); background-color: transparent; font-style: normal; font-variant: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap; "&gt;- Mas eu não quero. Não posso ficar aqui, quieto e sozinho?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: 11pt; font-family: Arial; color: rgb(0, 0, 0); background-color: transparent; font-style: normal; font-variant: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap; "&gt;- Pode. Mas, como te disse, em breve vai sentir dores.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: 11pt; font-family: Arial; color: rgb(0, 0, 0); background-color: transparent; font-style: normal; font-variant: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap; "&gt;- Isso não é injusto? Me colocaram aqui e determinaram um monte de regras e se eu não as cumprir vou sentir dores e sofrimento.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: 11pt; font-family: Arial; color: rgb(0, 0, 0); background-color: transparent; font-style: normal; font-variant: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap; "&gt;- É.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: 11pt; font-family: Arial; color: rgb(0, 0, 0); background-color: transparent; font-style: normal; font-variant: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap; "&gt;- Não tem como eu ter esse tal de alimento e esse tal de descanso? Eu fico em silêncio. Como se eu nem estivesse aqui.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: 11pt; font-family: Arial; color: rgb(0, 0, 0); background-color: transparent; font-style: normal; font-variant: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap; "&gt;- Não.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: 11pt; font-family: Arial; color: rgb(0, 0, 0); background-color: transparent; font-style: normal; font-variant: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap; "&gt;- Porque?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: 11pt; font-family: Arial; color: rgb(0, 0, 0); background-color: transparent; font-style: normal; font-variant: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap; "&gt;- Porque é assim que as coisas são.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: 11pt; font-family: Arial; color: rgb(0, 0, 0); background-color: transparent; font-style: normal; font-variant: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap; "&gt;- Quem disse?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: 11pt; font-family: Arial; color: rgb(0, 0, 0); background-color: transparent; font-style: normal; font-variant: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap; "&gt;- Ninguém.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: 11pt; font-family: Arial; color: rgb(0, 0, 0); background-color: transparent; font-style: normal; font-variant: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap; "&gt;- …&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: 11pt; font-family: Arial; color: rgb(0, 0, 0); background-color: transparent; font-style: normal; font-variant: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap; "&gt;- Ah, e não esquece de continuar respirando.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: 11pt; font-family: Arial; color: rgb(0, 0, 0); background-color: transparent; font-style: normal; font-variant: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap; "&gt;- O que é isso? Como eu faço?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: 11pt; font-family: Arial; color: rgb(0, 0, 0); background-color: transparent; font-style: normal; font-variant: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap; "&gt;- Não se preocupa. É automático.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: 11pt; font-family: Arial; color: rgb(0, 0, 0); background-color: transparent; font-style: normal; font-variant: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap; "&gt;- Tem como eu parar?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: 11pt; font-family: Arial; color: rgb(0, 0, 0); background-color: transparent; font-style: normal; font-variant: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap; "&gt;- Tem.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: 11pt; font-family: Arial; color: rgb(0, 0, 0); background-color: transparent; font-style: normal; font-variant: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap; "&gt;- E o que acontece?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: 11pt; font-family: Arial; color: rgb(0, 0, 0); background-color: transparent; font-style: normal; font-variant: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap; "&gt;- Vai morrer.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: 11pt; font-family: Arial; color: rgb(0, 0, 0); background-color: transparent; font-style: normal; font-variant: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap; "&gt;- O que é isso?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: 11pt; font-family: Arial; color: rgb(0, 0, 0); background-color: transparent; font-style: normal; font-variant: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap; "&gt;- É sair daqui.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: 11pt; font-family: Arial; color: rgb(0, 0, 0); background-color: transparent; font-style: normal; font-variant: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap; "&gt;- Então me ensina a parar de respirar!&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: 11pt; font-family: Arial; color: rgb(0, 0, 0); background-color: transparent; font-style: normal; font-variant: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap; "&gt;- Não tenho como. Se tu tentar, vai conseguir. Acredita.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: 11pt; font-family: Arial; color: rgb(0, 0, 0); background-color: transparent; font-style: normal; font-variant: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap; "&gt;- Vou tentar.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: 11pt; font-family: Arial; color: rgb(0, 0, 0); background-color: transparent; font-style: normal; font-variant: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap; "&gt;- Ok.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: 11pt; font-family: Arial; color: rgb(0, 0, 0); background-color: transparent; font-style: normal; font-variant: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap; "&gt;- Porque eu não consigo sustentar por mais tempo?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: 11pt; font-family: Arial; color: rgb(0, 0, 0); background-color: transparent; font-style: normal; font-variant: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap; "&gt;- Porque tu é obrigado a viver.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: 11pt; font-family: Arial; color: rgb(0, 0, 0); background-color: transparent; font-style: normal; font-variant: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap; "&gt;- E se eu forçar?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: 11pt; font-family: Arial; color: rgb(0, 0, 0); background-color: transparent; font-style: normal; font-variant: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap; "&gt;- Vai sentir dores horríveis.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: 11pt; font-family: Arial; color: rgb(0, 0, 0); background-color: transparent; font-style: normal; font-variant: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap; "&gt;- Mas não vale a pena se no final eu sair daqui?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: 11pt; font-family: Arial; color: rgb(0, 0, 0); background-color: transparent; font-style: normal; font-variant: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap; "&gt;- Talvez.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: 11pt; font-family: Arial; color: rgb(0, 0, 0); background-color: transparent; font-style: normal; font-variant: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap; "&gt;- Não dá. Dói muito. Porque é tão difícil?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: 11pt; font-family: Arial; color: rgb(0, 0, 0); background-color: transparent; font-style: normal; font-variant: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap; "&gt;- Porque tu é obrigado a viver.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: 11pt; font-family: Arial; color: rgb(0, 0, 0); background-color: transparent; font-style: normal; font-variant: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap; "&gt;- Não tem outra forma de fazer essa coisa? “Morrer”?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: 11pt; font-family: Arial; color: rgb(0, 0, 0); background-color: transparent; font-style: normal; font-variant: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap; "&gt;- Tem, mas é difícil. E teu corpo vai fazer de tudo para que isso não aconteça.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: 11pt; font-family: Arial; color: rgb(0, 0, 0); background-color: transparent; font-style: normal; font-variant: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap; "&gt;- Porque?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: 11pt; font-family: Arial; color: rgb(0, 0, 0); background-color: transparent; font-style: normal; font-variant: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap; "&gt;- Porque tu é obrigado a viver.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: 11pt; font-family: Arial; color: rgb(0, 0, 0); background-color: transparent; font-style: normal; font-variant: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap; "&gt;- Quer dizer que eu não tenho escolha?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: 11pt; font-family: Arial; color: rgb(0, 0, 0); background-color: transparent; font-style: normal; font-variant: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap; "&gt;- Exato.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: 11pt; font-family: Arial; color: rgb(0, 0, 0); background-color: transparent; font-style: normal; font-variant: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap; "&gt;- Mas algum dia eu vou sair daqui? Isso não é eterno, né?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: 11pt; font-family: Arial; color: rgb(0, 0, 0); background-color: transparent; font-style: normal; font-variant: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap; "&gt;- Não é. Um dia vai acabar.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: 11pt; font-family: Arial; color: rgb(0, 0, 0); background-color: transparent; font-style: normal; font-variant: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap; "&gt;- Ainda bem. Demora muito?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: 11pt; font-family: Arial; color: rgb(0, 0, 0); background-color: transparent; font-style: normal; font-variant: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap; "&gt;- Muito. O suficiente pra sentir todo o tipo de dor possível.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: 11pt; font-family: Arial; color: rgb(0, 0, 0); background-color: transparent; font-style: normal; font-variant: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap; "&gt;- E o que eu faço durante esse tempo?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: 11pt; font-family: Arial; color: rgb(0, 0, 0); background-color: transparent; font-style: normal; font-variant: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap; "&gt;- Vai fracassar bastante. Pra poder comer e descansar.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: 11pt; font-family: Arial; color: rgb(0, 0, 0); background-color: transparent; font-style: normal; font-variant: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap; "&gt;- Nossa. O que é aquilo ali?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: 11pt; font-family: Arial; color: rgb(0, 0, 0); background-color: transparent; font-style: normal; font-variant: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap; "&gt;- Pessoas.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: 11pt; font-family: Arial; color: rgb(0, 0, 0); background-color: transparent; font-style: normal; font-variant: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap; "&gt;- Pessoas?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: 11pt; font-family: Arial; color: rgb(0, 0, 0); background-color: transparent; font-style: normal; font-variant: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap; "&gt;- É. Tu também é uma pessoa.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: 11pt; font-family: Arial; color: rgb(0, 0, 0); background-color: transparent; font-style: normal; font-variant: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap; "&gt;- Tá bom. Mas eu não preciso ficar perto delas, né?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: 11pt; font-family: Arial; color: rgb(0, 0, 0); background-color: transparent; font-style: normal; font-variant: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap; "&gt;- Vai precisar.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: 11pt; font-family: Arial; color: rgb(0, 0, 0); background-color: transparent; font-style: normal; font-variant: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap; "&gt;- Mas eu não quero. Algo me diz pra ficar longe delas.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: 11pt; font-family: Arial; color: rgb(0, 0, 0); background-color: transparent; font-style: normal; font-variant: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap; "&gt;- Sinto muito.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: 11pt; font-family: Arial; color: rgb(0, 0, 0); background-color: transparent; font-style: normal; font-variant: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap; "&gt;- Porque elas estão aqui?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: 11pt; font-family: Arial; color: rgb(0, 0, 0); background-color: transparent; font-style: normal; font-variant: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap; "&gt;- Pelo mesmo motivo que tu: nenhum. Alguém as trouxe. Simples.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: 11pt; font-family: Arial; color: rgb(0, 0, 0); background-color: transparent; font-style: normal; font-variant: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap; "&gt;- E elas não sentem vontade de sair daqui?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: 11pt; font-family: Arial; color: rgb(0, 0, 0); background-color: transparent; font-style: normal; font-variant: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap; "&gt;- Poucas. Apenas os lúcidos. A maioria gosta.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: 11pt; font-family: Arial; color: rgb(0, 0, 0); background-color: transparent; font-style: normal; font-variant: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap; "&gt;- Não posso acreditar que gostem disso aqui.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: 11pt; font-family: Arial; color: rgb(0, 0, 0); background-color: transparent; font-style: normal; font-variant: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap; "&gt;- Nem eu.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: 11pt; font-family: Arial; color: rgb(0, 0, 0); background-color: transparent; font-style: normal; font-variant: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap; "&gt;- Como assim?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: 11pt; font-family: Arial; color: rgb(0, 0, 0); background-color: transparent; font-style: normal; font-variant: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap; "&gt;- Também já estive aí.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: 11pt; font-family: Arial; color: rgb(0, 0, 0); background-color: transparent; font-style: normal; font-variant: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap; "&gt;- E como foi?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: 11pt; font-family: Arial; color: rgb(0, 0, 0); background-color: transparent; font-style: normal; font-variant: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap; "&gt;- De repente ouvi uma voz dizer “vive aí, otário”.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: 11pt; font-family: Arial; color: rgb(0, 0, 0); background-color: transparent; font-style: normal; font-variant: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap; "&gt;- Putz. E aguentou até o final?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: 11pt; font-family: Arial; color: rgb(0, 0, 0); background-color: transparent; font-style: normal; font-variant: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap; "&gt;- Não.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: 11pt; font-family: Arial; color: rgb(0, 0, 0); background-color: transparent; font-style: normal; font-variant: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap; "&gt;- Então?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: 11pt; font-family: Arial; color: rgb(0, 0, 0); background-color: transparent; font-style: normal; font-variant: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap; "&gt;- Consegui parar de respirar.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9187576254874102148-269237557748961655?l=arthurpetry.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://arthurpetry.blogspot.com/feeds/269237557748961655/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://arthurpetry.blogspot.com/2011/08/eu-nao-pedi-para-vir-pra-ca.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9187576254874102148/posts/default/269237557748961655'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9187576254874102148/posts/default/269237557748961655'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://arthurpetry.blogspot.com/2011/08/eu-nao-pedi-para-vir-pra-ca.html' title='Eu não pedi para vir pra cá'/><author><name>Arthur Petry</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10774640195640917062</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-xa8MSq7Sf-s/TlHTaPUF-jI/AAAAAAAAAGI/lxZOZCX_mUI/s72-c/vida.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9187576254874102148.post-7321703560055214991</id><published>2011-08-16T03:19:00.001-03:00</published><updated>2011-08-16T03:19:47.008-03:00</updated><title type='text'>Parabéns sem sentido</title><content type='html'>&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Times New Roman'; font-size: medium; "&gt;&lt;p dir="ltr" id="internal-source-marker_0.16963765653781593" style="text-align: left; margin-top: 0pt; margin-bottom: 0pt; "&gt;&lt;span style="font-size: 11pt; font-family: Arial; color: rgb(0, 0, 0); background-color: transparent; font-style: normal; font-variant: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap; "&gt;&lt;span class="Apple-tab-span" style="white-space: pre; "&gt;	&lt;/span&gt;Hoje é o meu aniversário. Por algum motivo, isso parece ser especial e importante para as pessoas. Não que o MEU aniversário seja importante para as pessoas (ainda bem que não é), mas os aniversários em geral são tratados como algo importante, bom, especial e - pasmem - dignos de “parabéns”. E é isso mesmo: nesse texto eu vou RECLAMAR dessa mania ESTÚPIDA da sociedade de PARABENIZAR alguém pelo simples fato de ela ter completado 365 dias de respirações contínuas. Então, se tu é um daqueles XAROPES que &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 11pt; font-family: Arial; color: rgb(0, 0, 0); background-color: transparent; font-style: normal; font-variant: normal; text-decoration: underline; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap; "&gt;RECLAMAM da minha reclamação&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 11pt; font-family: Arial; color: rgb(0, 0, 0); background-color: transparent; font-style: normal; font-variant: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap; "&gt;, que escrevem indiretinha no twitter &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 11pt; font-family: Arial; color: rgb(0, 0, 0); background-color: transparent; font-variant: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap; "&gt;&lt;i&gt;“gente que acha legal reclamar de tudo e de todos”&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 11pt; font-family: Arial; color: rgb(0, 0, 0); background-color: transparent; font-style: normal; font-variant: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap; "&gt; eu te aviso: PARE de ler esse texto IMEDIATAMENTE porque ninguém é obrigado a ler e ninguém é obrigado a gostar de mim e do que eu escrevo. Se tu não gosta, fecha. Poupe-se. Eu nunca assinei um contrato me comprometendo a TE agradar, portanto não pense que eu vou tremer minhas pernas só porque tu não gosta de mim.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p dir="ltr" style="text-align: left; margin-top: 0pt; margin-bottom: 0pt; "&gt;&lt;span style="font-size: 11pt; font-family: Arial; color: rgb(0, 0, 0); background-color: transparent; font-style: normal; font-variant: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap; "&gt;&lt;span class="Apple-tab-span" style="white-space: pre; "&gt;	&lt;/span&gt;Pois bem. O princípio em dar “parabéns” a alguém que está de aniversário é mostrar para essa pessoa o quanto tu gosta dela. &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 11pt; font-family: Arial; color: rgb(0, 0, 0); background-color: transparent; font-variant: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap; "&gt;&lt;i&gt;“Oh que legal, o Alfredo completou mais 365 dias respirando, vamos dar um PRESENTE pra ele e vamos demonstrar afeto a ele”&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 11pt; font-family: Arial; color: rgb(0, 0, 0); background-color: transparent; font-style: normal; font-variant: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap; "&gt;. Qual é a LÓGICA nessa atitude IMBECIL? Primeiro que ninguém merece PARABÉNS por ter completado um ano RESPIRANDO E COMENDO. Qual o mérito nisso? Pra que parabéns? &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 11pt; font-family: Arial; color: rgb(0, 0, 0); background-color: transparent; font-variant: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap; "&gt;&lt;i&gt;“Parabéns, tu ficou vivo durante um ano inteiro!”&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 11pt; font-family: Arial; color: rgb(0, 0, 0); background-color: transparent; font-style: normal; font-variant: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap; "&gt; PORRA. Parabéns se dá alguém que faça algo IMPORTANTE, DIFÍCIL, que exija ESFORÇO, TALENTO, etc. Parabéns se da a alguém que crie uma música de qualidade, alguém que consiga um emprego, realize um trabalho, descubra a CURA DA AIDS. Segundo que, ao contrário do que vocês acreditam, não é “mais um ano de vida” e, sim, &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 11pt; font-family: Arial; color: rgb(0, 0, 0); background-color: transparent; font-weight: bold; font-style: normal; font-variant: normal; text-decoration: underline; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap; "&gt;UM ANO A MENOS DE VIDA.&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 11pt; font-family: Arial; color: rgb(0, 0, 0); background-color: transparent; font-style: normal; font-variant: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap; "&gt; Então, BURRO QUE NUNCA PENSOU NISSO, tu basicamente comemora a &lt;b&gt;aproximação da MORTE&lt;/b&gt; do teu “amigo”, ente querido ou seja lá quem for essa pessoa. É assim que vocês demonstram gostar de alguém? Não me impressiona.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p dir="ltr" style="text-align: left; margin-top: 0pt; margin-bottom: 0pt; "&gt;&lt;span style="font-size: 11pt; font-family: Arial; color: rgb(0, 0, 0); background-color: transparent; font-style: normal; font-variant: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap; "&gt;&lt;span class="Apple-tab-span" style="white-space: pre; "&gt;	&lt;/span&gt;O ano passou, os dias desse ano se foram, não há como recuperá-los, as horas não voltam. A cada dia que passa, a morte está um dia mais PRÓXIMA e a cada aniversário a morte dessa pessoa está UM ANO mais próxima. É simples:&lt;b&gt; X - Y&lt;/b&gt;. &lt;b&gt;X&lt;/b&gt; é a idade da morte (que será definida quando a pessoa morrer, burro) e &lt;b&gt;Y&lt;/b&gt; é o número do aniversário. Alguém que esteja “fazendo” &lt;b&gt;20&lt;/b&gt; anos, tem &lt;b&gt;X - 20&lt;/b&gt;. Supondo que ela morrerá com &lt;b&gt;70&lt;/b&gt; anos, hoje ela tem mais &lt;b&gt;50&lt;/b&gt; anos de vida e esse número JAMAIS aumentará. A cada minuto que passa esse número DIMINUI. Quando ela fizer 21, o resultado da equação será 49 e assim por diante. É assim que as coisas são. Não me interessa se tu fica chocadinho com o peso da realidade cruel da vida. A vida é uma contagem regressiva. Pare de parabenizar alguém por ela estar morrendo.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p dir="ltr" style="text-align: left; text-indent: 36pt; margin-top: 0pt; margin-bottom: 0pt; "&gt;&lt;span style="font-size: 11pt; font-family: Arial; color: rgb(0, 0, 0); background-color: transparent; font-style: normal; font-variant: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap; "&gt;A cada aniversário de alguém, lá vai a manada de cabeças lavadas “comemorar” aquele ano PERDIDO da tal pessoa. Textos e mais textos afirmando amizade eterna, companheirismo, esforços e mais esforços com frases enroladas e bonitas para CONVENCER a pessoa de que gostam dela. Só que eu tenho uma novidade: se tu precisa de cartas, presentes, declarações, frases complexas, depoimentos, surpresas e todos esses costumes idiotas que envolvem o ritual do aniversário para demonstrar ou afirmar a tua amizade com alguém, essa amizade é FALSA. O companheirismo, amizade e fidelidade se percebem durante a vida, com ATITUDES perante as situações que ela oferece. Ou simplesmente existir uma segurança mútua em relação ao sentimento dessa amizade. O exagero em demonstrar afeto, que é percebido muito mais claramente nessas datas, nada mais é do que a insegurança da pessoa em relação ao sentimento daquela suposta “amizade”.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p dir="ltr" style="text-align: left; margin-top: 0pt; margin-bottom: 0pt; "&gt;&lt;span style="font-size: 11pt; font-family: Arial; color: rgb(0, 0, 0); background-color: transparent; font-style: normal; font-variant: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap; "&gt;&lt;span class="Apple-tab-span" style="white-space: pre; "&gt;	&lt;/span&gt;A insegurança do aniversariante se deve ao mesmo fato. Quem se importa muito em ser notado (parabenizado) no dia do seu aniversário, geralmente é rodeado de “amigos”. E por ter muitos “amigos”, essas “amizades” são muito fracas, falsas e forçadas (são sim, não adianta reclamar). O que acontece é que esse tipo de pessoa não quer enxergar a verdade da frase anterior, mas elas tem, no seu subconsciente, a noção de que no fundo não possuem amigos de verdade. Prova disso é a expectativa sobre o dia do seu aniversário. Então, se tu é um daqueles que ficam nervosinhos na véspera do aniversário, esperando cartas, abraços, depoimentos, surpresas e quando isso acontece fica completamente alegre e deixa toda tua insegurança refletir na tua expressão, eu abro os teus olhos e esclareço: &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 11pt; font-family: Arial; color: rgb(0, 0, 0); background-color: transparent; font-style: normal; font-variant: normal; text-decoration: underline; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap; "&gt;tu não tem amigo algum&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 11pt; font-family: Arial; color: rgb(0, 0, 0); background-color: transparent; font-style: normal; font-variant: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap; "&gt;. Tem, apenas, conhecidos. Quanto mais idiotices de aniversário tu receber, menos amigos tu tem.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p dir="ltr" style="text-align: left; margin-top: 0pt; margin-bottom: 0pt; "&gt;&lt;span style="font-size: 11pt; font-family: Arial; color: rgb(0, 0, 0); background-color: transparent; font-style: normal; font-variant: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap; "&gt;&lt;span class="Apple-tab-span" style="white-space: pre; "&gt;	&lt;/span&gt;O dia do meu aniversário é, sempre, o pior dia da minha vida. Tudo porque já não basta eu não suportar as pessoas e suas CHATICES DIÁRIAS, nesse dia elas resolvem FALAR COMIGO pra dizer “feliz aniversário”. “Feliz aniversário”, PORRA? Tuas palavras não vão mudar em NADA o meu dia e ele vai continuar sendo A MESMA MERDA de sempre. Na verdade, ele só vai ficar pior e mais chato. Então, se tu sinceramente quer que eu tenha um “feliz aniversário”, comece não falando comigo e não me desejando “feliz aniversário”. Assim o meu dia vai continuar no mesmo padrão merda de sempre. Parece que de uma hora pra outra todos que pareciam não dar a mínima pra mim (ou pra pessoa que ta aniversariando) resolvem se importar em desejar que aquele dia seja feliz. Uma vez uma pessoa que eu mal conheço disse “hoje é teu aniversário né? Parabéns!!”. Eu respondi: “parabéns porque?”. PARABENS PORQUE? Que que eu fiz pra merecer parabéns, caralho? Depois me chamam de grosso e estúpido simplesmente porque as pessoas me chateiam com merdas desnecessárias que ELAS inventaram que é legal.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p dir="ltr" style="text-align: left; margin-top: 0pt; margin-bottom: 0pt; "&gt;&lt;span style="font-size: 11pt; font-family: Arial; color: rgb(0, 0, 0); background-color: transparent; font-style: normal; font-variant: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap; "&gt;&lt;span class="Apple-tab-span" style="white-space: pre; "&gt;	&lt;/span&gt;Puta que pariu, essa teoria de que o aniversário é &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 11pt; font-family: Arial; color: rgb(0, 0, 0); background-color: transparent; font-style: normal; font-variant: normal; text-decoration: underline; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap; "&gt;a comemoração da aproximação da morte&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 11pt; font-family: Arial; color: rgb(0, 0, 0); background-color: transparent; font-style: normal; font-variant: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap; "&gt; não sai da minha cabeça. Ela é a mais pura realidade. Como nunca pensaram nisso antes? Como não pensam nisso HOJE? Ninguém se pergunta que merda estão fazendo numa “festa de aniversário”? Como que esse costume surgiu? Porque UM ANO? Porque não a cada mês? Ou a cada dia? Ou a cada 5 anos? Ou a cada hora? PORQUE, MEU DEUS DO CÉU? Aniversário é uma das merdas mais SEM SENTIDO e INÚTEIS presentes nessa sociedade doente.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p dir="ltr" style="text-align: left; margin-top: 0pt; margin-bottom: 0pt; "&gt;&lt;span style="font-size: 11pt; font-family: Arial; color: rgb(0, 0, 0); background-color: transparent; font-style: normal; font-variant: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap; "&gt;&lt;span class="Apple-tab-span" style="white-space: pre; "&gt;	&lt;/span&gt;Quanto a mim, sei que os meus amigos de verdade são aqueles que não vão produzir frases falsas no dia do meu aniversário. São aqueles que vão agir normalmente, como se fosse um dia qualquer (e é), silenciosamente compartilhando comigo a dor eterna de estar vivo. A não ser que tu queira me chatear ou fique extremamente feliz com a aproximação da minha morte, não me de parabéns nesse dia sacal.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9187576254874102148-7321703560055214991?l=arthurpetry.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://arthurpetry.blogspot.com/feeds/7321703560055214991/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://arthurpetry.blogspot.com/2011/08/parabens-sem-sentido_15.html#comment-form' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9187576254874102148/posts/default/7321703560055214991'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9187576254874102148/posts/default/7321703560055214991'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://arthurpetry.blogspot.com/2011/08/parabens-sem-sentido_15.html' title='Parabéns sem sentido'/><author><name>Arthur Petry</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10774640195640917062</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9187576254874102148.post-755280686746037512</id><published>2011-06-16T17:19:00.001-03:00</published><updated>2011-08-25T01:26:07.570-03:00</updated><title type='text'>Marcha das Vagabundas</title><content type='html'>&lt;div style="background-color: transparent; margin-top: 0px; margin-left: 0px; margin-bottom: 0px; margin-right: 0px; "&gt;&lt;p id="internal-source-marker_0.8186341451946646" style="text-align: justify;font-family: 'Times New Roman'; font-size: medium; margin-top: 0pt; margin-bottom: 0pt; "&gt;&lt;span style="font-size: 11pt; font-family: Arial; color: rgb(0, 0, 0); background-color: transparent; font-weight: normal; font-style: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap; "&gt;&lt;span class="Apple-tab-span" style="white-space:pre"&gt;	&lt;/span&gt;Estamos vivendo sob o império surrealista. É um festival de surrealidade. É um mar de insanidades. É uma atrás da outra. Não temos um minuto de sossego. Quando eu penso que não pode acontecer nada mais estúpido, eis que me aparece. Dessa vez é a “marcha das vagabundas”. Fizeram no Canadá, Estados Unidos, Austrália, Nova Zelândia, Reino Unido, Holanda, Suécia e na Argentina. Fiquei louco. Enfurecido. Não existe coisa mais patética no mundo do que movimentos feministas. Chegou na minha cidade e foi aí que eu enlouqueci. Toda essa “revolta” de patricinhas mimadas que gastam 50 reais por fim de semana em baladas estúpidas, universitarias imbecis que se esbaldam em roupas, acessórios e “looks” inúteis, apenas porque um policial quis alertar e ajudar as vadias mimadas canadenses (não se irrite com o termo “vadia” já que tu considera isso algo positivo) a não se vestirem de forma provocante. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p id="internal-source-marker_0.8186341451946646" style="text-align: justify;font-family: 'Times New Roman'; font-size: medium; margin-top: 0pt; margin-bottom: 0pt; "&gt;&lt;span style="font-size: 11pt; font-family: Arial; color: rgb(0, 0, 0); background-color: transparent; font-weight: normal; font-style: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap; "&gt;&lt;span class="Apple-tab-span" style="white-space:pre"&gt;	&lt;/span&gt;Ficaram furiosas. Querem ter o direito de mostrar o CU na rua sem atrair os mal intencionados. É impressionante o grau de estupidez e de ingenuidade das feministas. Querem se vestir de forma altamente provocante pelas ruas sem chamar atenção de pessoas mal intencionadas. Só querem chamar atenção do bonitinho que se parece com o galã do seriadinho que tu adora, né? Só quer que o lindinho da turma olhe para o teu CU com vontade de comê-lo, mas não o tarado peludo que faz xis na esquina. Então, sua MULA IRRACIONAL, se te faltou UM PAI CULHUDO pra te dizer, EU te digo: o mundo não é um paraíso onde tu vai poder fazer o que quiser sem correr riscos. Sinto muito. O estuprador é um sujeito doente, que não sente remorso, tem a cabeça fraca e não mede consequencias. São psicopatas e sociopatas. SINTO MUITO, se essas pessoas existem. A culpa não é minha nem dos homens. Custa muito se prevenir? Custa muito usar roupas que não mostre o LIXO do teu peito e das tuas coxas por aí? Não da pra usar esse tipo de roupa quando tu estiver com o teu namorado ou parceiro? Não né? Tem que usar no ônibus. Tem que aparecer, tem que inflar o ego, tem que sentir que todos os homens da cidade desejam enfiar o CARALHO em ti. Tem né? &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p id="internal-source-marker_0.8186341451946646" style="text-align: justify;font-family: 'Times New Roman'; font-size: medium; margin-top: 0pt; margin-bottom: 0pt; "&gt;&lt;span style="font-size: 11pt; font-family: Arial; color: rgb(0, 0, 0); background-color: transparent; font-weight: normal; font-style: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap; "&gt;&lt;span class="Apple-tab-span" style="white-space:pre"&gt;	&lt;/span&gt;Pois bem, sua MIMADINHA DE MERDA, TUDO na vida tem dois lados e o lado RUIM de se mostrar na rua é que tu não vai atrair apenas a atenção dos bonitões, dos normais, dos equilibrados, &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 11pt; font-family: Arial; color: rgb(0, 0, 0); background-color: transparent; font-style: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap; "&gt;&lt;b&gt;dos que tu deseja&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 11pt; font-family: Arial; color: rgb(0, 0, 0); background-color: transparent; font-weight: normal; font-style: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap; "&gt;. Tu vai atrair a atenção de TODOS e nesse pacote estão inclusos os estupradores, criminosos e doentes. Puta que pariu. Isso me deixa LOUCO. É como eu querer andar na rua exibindo notas de 100 reais e desejar que apenas os bonzinhos e honestos passem pelo meu caminho. Antes que tu PENSE em usar o argumento da segurança pública, é ÓBVIO que o Estado falha nessa questão (mais um motivo para não chamar atenção na rua), mas também somos responsáveis em assumir os riscos do que fazemos. E é justamente aí que as feministas se quebram. Na palavra “responsabilidade”. Com tudo isso, fica claro que essa marcha é completamente inútil. Nada disso faria com que os milhares de maníacos sexuais que existiram no mundo recuassem e não cometessem os estupros. O maníaco do parque não deixaria de ter a mente perturbada se ele assistisse algumas palestras sobre estupro e lesse a cartilha dessas imbecis da “marcha das vadias”. &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 11pt; font-family: Arial; color: rgb(0, 0, 0); background-color: transparent; font-weight: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap; "&gt;&lt;i&gt;“Considerar todo o homem como um estuprador em potencial é o mesmo que considerar toda mulher como uma prostituta em potencial.”&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify;font-family: 'Times New Roman'; font-size: medium; margin-top: 0pt; margin-bottom: 0pt; "&gt;&lt;span style="font-size: 11pt; font-family: Arial; color: rgb(0, 0, 0); background-color: transparent; font-weight: normal; font-style: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; "&gt;&lt;span class="Apple-tab-span" style="white-space: pre; "&gt;	&lt;/span&gt;Vejam só, no fundo, o motivo todo (além da questão do estupro) da marcha gira em torno do que os homens vão pensar sobre uma mulher que se veste como uma vagabunda. Ué, pensei que vocês eram seguras, independentes, que não precisam dos homens para nada e, logo, não se importam com a opinião dos outros. Com esse ato ridículo, mostram o contrário. Mostram que são totalmente dependentes da opinião e do julgamento do homem. Mostram que se importam com o que o homem vai pensar sobre elas. Isso não me parece atitude de alguém que se diz “segura de sí”. Essa marcha é nada mais do que o puro desespero da mulher pela atenção do homem.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify;font-family: 'Times New Roman'; font-size: medium; margin-top: 0pt; margin-bottom: 0pt; "&gt;&lt;span style="font-size: 11pt; font-family: Arial; color: rgb(0, 0, 0); background-color: transparent; font-weight: normal; font-style: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; "&gt;&lt;span class="Apple-tab-span" style="white-space: pre; "&gt;	&lt;/span&gt;O que que é hein? Vocês querem liberar geral e mesmo assim ser valorizada pelo homem? Querem chupar 30 piças por noite e depois querem um homem para um relacionamento sério? Sinto muito, mas os homens não valorizam uma mulher assim. Os homens as usam exatamente do modo como elas se comportam: como objetos. Uma mulher que age como objeto, vai ser tratada como depósito de esperma. Se tu não quer ser conhecida como a vagabunda do grupinho, pare de dar para todos os teus amigos. Agora as feministas hipócritas devem estar gritando &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 11pt; font-family: Arial; color: rgb(0, 0, 0); background-color: transparent; font-weight: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; "&gt;&lt;i&gt;“MAS SEU MERDA, PQ O HOMEM QUE PEGA TODAS AS MULHERES É CONSIDERADO FODÃO E A MULHER QUE PEGA TODOS É VADIA?”&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 11pt; font-family: Arial; color: rgb(0, 0, 0); background-color: transparent; font-weight: normal; font-style: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; "&gt;. Pois bem, SUA FILHA DA PUTA IRRACIONAL. Essa pergunta é muito simples de responder. EU te pergunto: tu considera o homem pegador como superior ou inferior? Como um exemplo a ser seguido ou um exemplo a não ser seguido? Como um homem interessante ou desinteressante? Nojento ou atraente? Poderoso ou fraco?&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify;font-family: 'Times New Roman'; font-size: medium; margin-top: 0pt; margin-bottom: 0pt; "&gt;&lt;span style="font-size: 11pt; font-family: Arial; color: rgb(0, 0, 0); background-color: transparent; font-weight: normal; font-style: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap; "&gt;&lt;span class="Apple-tab-span" style="white-space: pre; "&gt; &lt;/span&gt;- Se a tua resposta for &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 11pt; font-family: Arial; color: rgb(0, 0, 0); background-color: transparent; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap; "&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;“é um exemplo a ser seguido”&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 11pt; font-family: Arial; color: rgb(0, 0, 0); background-color: transparent; font-weight: normal; font-style: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap; "&gt;, é TU que considera o "homem pegador" como superior (e isso não significa que tu tá certa), é TU que valoriza gente assim, então PARE de reclamar da opinião dos outros, pois os TEUS valores estão invertidos.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify;font-family: 'Times New Roman'; font-size: medium; margin-top: 0pt; margin-bottom: 0pt; "&gt;&lt;span style="font-size: 11pt; font-family: Arial; color: rgb(0, 0, 0); background-color: transparent; font-weight: normal; font-style: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap; "&gt;&lt;span class="Apple-tab-span" style="white-space: pre; "&gt; &lt;/span&gt;- Se a tua reposta for &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 11pt; font-family: Arial; color: rgb(0, 0, 0); background-color: transparent; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap; "&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;“é um exemplo a NÃO ser seguido”&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 11pt; font-family: Arial; color: rgb(0, 0, 0); background-color: transparent; font-weight: normal; font-style: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap; "&gt;, então porque diabos tu protesta para agir como alguém que tu considera agir de forma errada?&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify;font-family: 'Times New Roman'; font-size: medium; margin-top: 0pt; margin-bottom: 0pt; "&gt;&lt;span style="font-size: 11pt; font-family: Arial; color: rgb(0, 0, 0); background-color: transparent; font-weight: normal; font-style: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; "&gt;&lt;span class="Apple-tab-span" style="white-space: pre; "&gt;	&lt;/span&gt;É, feministas. Se tem alguém nesse mundo que considera o homem pegador como “melhor”, esse alguém são vocês. A sociedade é composta por homens e mulheres. Se os homens pegadores são considerados “GALOS”, &lt;a href="http://www.facebook.com/event.php?eid=110135499077545" style="white-space: pre-wrap; "&gt;como está escrito no evento da marcha no Facebook&lt;/a&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="white-space: pre-wrap;"&gt;, vocês tem a maior parcela de culpa nisso. Vejam bem, o homem não tem pq valorizar e se sentir atraído pelo homem que pega geral, a não ser que ele seja homossexual. Portanto, vamos unir "&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 11pt; font-family: Arial; color: rgb(0, 0, 0); background-color: transparent; font-style: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap; "&gt;&lt;b&gt;mulheres heterossexuais"&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 11pt; font-family: Arial; color: rgb(0, 0, 0); background-color: transparent; font-weight: normal; font-style: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap; "&gt; e "&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 11pt; font-family: Arial; color: rgb(0, 0, 0); background-color: transparent; font-style: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap; "&gt;&lt;b&gt;homens homossexuais"&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 11pt; font-family: Arial; color: rgb(0, 0, 0); background-color: transparent; font-weight: normal; font-style: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap; "&gt; no mesmo lado e vamos considerar esse grupo como &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 11pt; font-family: Arial; color: rgb(0, 0, 0); background-color: transparent; font-style: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap; "&gt;&lt;b&gt;"pessoas que sentem&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 11pt; font-family: Arial; color: rgb(0, 0, 0); background-color: transparent; font-weight: normal; font-style: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap; "&gt; &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 11pt; font-family: Arial; color: rgb(0, 0, 0); background-color: transparent; font-style: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap; "&gt;&lt;b&gt;atração pelo sexo masculino"&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 11pt; font-family: Arial; color: rgb(0, 0, 0); background-color: transparent; font-weight: normal; font-style: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap; "&gt;. Agora me responde: quem são as pessoas que se sentem atraídas, premiam e valorizam o homem pegador? Os homens heterossexuais? Não. E, só para acabar com esse argumento imbecil que deve tá passando AGORA pela tua cabeça, vamos supor que os homens heterossexuais levem os “pegadores” como exemplos a serem seguidos. Isso também é culpa de vocês. Se vocês passassem a valorizar o tímido, o virgem, o inseguro, o sem pegada, o cegamente apaixonado e "pegajoso", os homens passariam a agir dessa forma. Sim, estou dizendo que as mulheres tem o total controle sobre o comportamento masculino. Os homens, em sua maioria, são dependentes da mulher e os rumos de suas vidas são todos traçados em função delas. 90%  dos homens vai agir (ou tentar ou querer agir) da forma que agrade as mulheres.&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 10pt; font-family: Arial; color: rgb(0, 0, 0); background-color: transparent; font-weight: normal; font-style: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap; "&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify;margin-top: 0pt; margin-bottom: 0pt; "&gt;&lt;span style="background-color: transparent; vertical-align: baseline; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: 11pt; "&gt;&lt;span class="Apple-tab-span" style="white-space: pre; "&gt;	&lt;/span&gt;Vou desmembrar essa &lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: 15px; white-space: pre-wrap;"&gt;ideia&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: 11pt; white-space: pre-wrap;"&gt; sobre o homem pegador e a mulher vagabunda. Acompanha o raciocínio SEM FICAR BRABA POR ESTAR LENDO A &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="background-color: transparent; vertical-align: baseline; "&gt;&lt;b style="color: rgb(0, 0, 0); font-family: Arial; font-size: 11pt; font-style: normal; white-space: pre-wrap; text-decoration: none; "&gt;REAL.&lt;/b&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: 11pt; white-space: pre-wrap;"&gt; O &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;b style="color: rgb(0, 0, 0); font-family: Arial; font-size: 11pt; font-style: normal; white-space: pre-wrap; text-decoration: none; "&gt;homem&lt;/b&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: 11pt; white-space: pre-wrap;"&gt; que consegue levar mais mulheres para a cama necessita de um grande talento psicológico e uma grande personalidade. Ele tem de saber fazer as coisas certas. Ele precisa se esforçar. Ele precisa estar de acordo com o que a mulher deseja. Ele tem que saber fazer com que a mulher se interesse por ele portanto, é um &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;b style="color: rgb(0, 0, 0); font-family: Arial; font-size: 11pt; font-style: normal; white-space: pre-wrap; text-decoration: none; "&gt;mérito&lt;/b&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: 11pt; white-space: pre-wrap;"&gt; conseguir transar com uma mulher. Já a &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;b style="color: rgb(0, 0, 0); font-family: Arial; font-size: 11pt; font-style: normal; white-space: pre-wrap; text-decoration: none; "&gt;mulher&lt;/b&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: 11pt; white-space: pre-wrap;"&gt; para transar com vários caras, precisa fazer o que? Nada. Apenas existir e aceitar investidas. Ela não precisa ter habilidade alguma, não precisa se esforçar. Basta ter buceta. Tá explicado? E não adianta &lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: 15px; white-space: pre-wrap;"&gt;espernear&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: 11pt; white-space: pre-wrap;"&gt;. Leia mais &lt;a href="http://www.reflexoesmasculinas.com.br/2011/01/o-pegador-e-vagabunda.html"&gt;AQUI&lt;/a&gt; sobre isso e sinta o poder da real DESTRUINDO essa tua cara de nojo com o meu texto.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify; font-family: 'Times New Roman'; margin-top: 0pt; margin-bottom: 0pt; "&gt;&lt;span style="font-family: Arial; color: rgb(0, 0, 0); background-color: transparent; font-weight: normal; font-style: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; "&gt;&lt;span class="Apple-tab-span" style="white-space: pre; "&gt;	&lt;/span&gt;Vejam só essa frase retirada da página do evento no Facebook:&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 11pt; font-family: Arial; color: rgb(0, 0, 0); background-color: transparent; font-weight: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap; "&gt;&lt;i&gt; “O CORPO É NOSSO, VESTIMOS A ROUPA QUE QUEREMOS E SOMOS O QUE QUISERMOS SER. O que vocês chamam de "vagabunda" é um jeito de continuar julgando e controlando o corpo das mulheres.”&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 11pt; font-family: Arial; color: rgb(0, 0, 0); background-color: transparent; font-weight: normal; font-style: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap; "&gt;. Fica claro que, além de tudo que eu já escrevi nesse texto, elas querem privar as pessoas de terem opiniões e poder de julgamento. Querem fazer o que bem entendem e não querem que eu a ache vagabunda. Como eu disse antes, é o claro desespero pelo o que o homem vai pensar sobre elas. Queridas, é claro que o corpo é de vocês e vocês vestem a roupa que quiserem e são o que quiserem ser. Assim como a cabeça é minha, a opinião é minha, o pensamento é meu e eu escolho quem eu vou valorizar e quem eu não vou valorizar. Eu escolho quem eu considero vagabunda e quem eu não considero vagabunda. E eu escolho se eu acho o fato de “ser vagabunda” como algo positivo ou negativo. Sinto muito, mas eu não vou te valorizar. Pra mim e para a maioria dos homens tu é um objeto. Não adianta levar cartaz escrito “&lt;a href="http://testosterona.blog.br/wp-content/uploads/2011/06/SlutWalk56.jpg"&gt;não sou um sex toy&lt;/a&gt;” se tu tá tratando o teu corpo como um sex toy. E também, se os homens te acham “sex toy”, qual o problema nisso? Tu não é a mulher fodona e independente? Depois não fica chorando sábado de manhã com o CU doendo na espera da ligação do cafajeste que te arrombou na balada de sexta. Mais uma frase retirada do Facebook:&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 11pt; font-family: Arial; color: rgb(0, 0, 0); background-color: transparent; font-weight: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap; "&gt;&lt;i&gt; “Qual o problema em ser puta, como diria nossa querida Gabriella Leite, da Daspu?”&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 11pt; font-family: Arial; color: rgb(0, 0, 0); background-color: transparent; font-weight: normal; font-style: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap; "&gt; Pois é. Qual o problema em ser puta? Então pra que passeata? Pra que a revolta quando te chamam de puta?&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify;font-family: 'Times New Roman'; font-size: medium; margin-top: 0pt; margin-bottom: 0pt; "&gt;&lt;span style="font-size: 11pt; font-family: Arial; color: rgb(0, 0, 0); background-color: transparent; font-weight: normal; font-style: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; "&gt;&lt;span class="Apple-tab-span" style="white-space: pre; "&gt;	&lt;/span&gt;Quer ser puta? Quer ser vagabunda? Quer ser liberal e dar pra quem quiser? Tudo bem. Ninguém nunca impediu uma mulher de fazer isso. Vocês são totalmente livres para chupar quantas piças quiserem. E eu sou totalmente livre pra não desejar alguém assim por perto. Sou livre para não escolher esse tipo como minha mulher. Sou livre pra te comer sem estar te namorando e depois falar pros meus amigos que tu é uma vagabunda. Pois tu É.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify;font-family: 'Times New Roman'; font-size: medium; margin-top: 0pt; margin-bottom: 0pt; "&gt;&lt;span style="font-size: 11pt; font-family: Arial; color: rgb(0, 0, 0); background-color: transparent; font-weight: normal; font-style: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; "&gt;&lt;span class="Apple-tab-span" style="white-space: pre; "&gt;	&lt;/span&gt;Enfim, essa marcha reúne um bando de patricinhas imbecis que querem chamar atenção. Acham que a sociedade é machista graças a mitos criados e disseminados pela mídia. (Se tu não leu, leia &lt;a href="http://silviokoerich.blogspot.com/2009/05/as-mulheres-eram-oprimidas-e-impedidas.html" style="white-space: pre-wrap; "&gt;AQUI&lt;/a&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="white-space: pre-wrap;"&gt; e &lt;/span&gt;&lt;a href="http://arthurpetry.blogspot.com/2011/05/o-mundo-nao-e-e-nunca-foi-machista.html" style="white-space: pre-wrap; "&gt;AQUI&lt;/a&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="white-space: pre-wrap;"&gt; e entenda de uma vez por todas que a sociedade nunca foi machista.) Logo elas, que se julgam tão espertas e são “contra a mídia”, não percebem que caíram num das maiores mentiras já inventadas para vender idéias e produtos. Burras. São as primeiras a reclamarem que no BBB “só mostram bundas”. Pensei que isso não era problema, já que vocês querem o direito de mostrar a bunda na rua.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify;font-family: 'Times New Roman'; font-size: medium; margin-top: 0pt; margin-bottom: 0pt; "&gt;&lt;span style="font-size: 11pt; font-family: Arial; color: rgb(0, 0, 0); background-color: transparent; font-weight: normal; font-style: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; "&gt;&lt;span class="Apple-tab-span" style="white-space: pre; "&gt;	&lt;/span&gt;Não precisa de marcha. Só seja. Só vive. Sejam seguras das suas atitudes. Não há motivo para “marcha das vagabundas”. Seja vagabunda. Faça o que quiser e arque com as consequencias das tuas escolhas. Ninguém é obrigado a te valorizar. E deixem os homens acharem o que quiserem. E não adianta pensar no estuprador, pois isso eu já destruí no inicio do texto.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9187576254874102148-755280686746037512?l=arthurpetry.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://arthurpetry.blogspot.com/feeds/755280686746037512/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://arthurpetry.blogspot.com/2011/06/marcha-das-vagabundas.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9187576254874102148/posts/default/755280686746037512'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9187576254874102148/posts/default/755280686746037512'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://arthurpetry.blogspot.com/2011/06/marcha-das-vagabundas.html' title='Marcha das Vagabundas'/><author><name>Arthur Petry</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10774640195640917062</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9187576254874102148.post-8763770259940535926</id><published>2011-05-09T18:36:00.002-03:00</published><updated>2011-08-25T01:33:34.373-03:00</updated><title type='text'>O mundo não é e nunca foi machista.</title><content type='html'>&lt;a href="http://sul21.com.br/jornal/wp-content/uploads/2011/04/feminismo2.jpg" onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}"&gt;&lt;img style="text-align: justify;float: left; margin-top: 0px; margin-right: 10px; margin-bottom: 10px; margin-left: 0px; cursor: pointer; width: 230px; height: 279px; " src="http://sul21.com.br/jornal/wp-content/uploads/2011/04/feminismo2.jpg" border="0" alt="" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="background-color: transparent; "&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: 15px; white-space: pre-wrap; "&gt;&lt;span class="Apple-tab-span" style="white-space: pre; "&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: 15px; white-space: pre-wrap; "&gt;&lt;span class="Apple-tab-span" style="white-space: pre; "&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: 15px; "&gt;&lt;span class="Apple-tab-span" style="white-space: pre; "&gt;	&lt;/span&gt;Hoje destruirei por completo um dos maiores mitos, uma das maiores falácias, uma das maiores BALELAS já inventadas pela humanidade. Em todos os lugares, universidades, programas de tv, escolas, debates, festas, em QUALQUER lugar somos obrigados a ouvir gente bem manipuladinha pela mídia repetindo que “a sociedade é machista”, “o mundo é machista”. Não. O mundo não é e nunca foi machista. Pelo contrário, ele vem se tornando cada vez mais feminista e o homem cada vez mais reduzido a merda (exemplo claro: propaganda da bombril), graças ao complexo de inferioridade da maioria das mulheres.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;margin-top: 0pt; margin-bottom: 0pt; "&gt;&lt;span style="background-color: transparent; vertical-align: baseline; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: 11pt; "&gt;&lt;span class="Apple-tab-span" style="white-space: pre; "&gt;	&lt;/span&gt;Vejamos um dos principais argumentos usados para denunciar a “injustiça” cometida contra as mulheres: salários diferentes para cargos iguais. Todo mundo sabe e isso é mostrado em pesquisas. O homem ganha mais que a mulher para realizar o mesmo trabalho. Quando se percebe isso a primeira vista, todos se revoltam, as mulheres enlouquecem e se sentem completamente injustiçadas pela sociedade “opressora”. O que não conseguem perceber - e isso não me impressiona, pois só conseguem enxergar o que as convém - é que há uma explicação para tal diferença. É completamente JUSTO que o homem ganhe mais que a mulher para realizar o mesmo trabalho. Além de existir pesquisas comprovando que o homem trabalha 25% mais que as mulheres, há uma explicação que Bill Burr usa nas suas apresentações. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=b76Bv4w0Fr0" style="color: rgb(0, 0, 0); font-size: 11pt; font-style: normal; white-space: pre-wrap; text-decoration: none; "&gt;&lt;b&gt;Veja nesse vídeo&lt;/b&gt;&lt;/a&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: 11pt; white-space: pre-wrap;"&gt;. &lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: 15px; white-space: pre-wrap;"&gt;Argumentarei&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: 11pt; white-space: pre-wrap;"&gt; com base no que ele diz, mas deixarei de lado o humor. Imaginem a seguinte situação: em uma sala de uma empresa em um prédio comercial, trabalham 3 mulheres e 1 homem. Um grupo de assaltantes invade a sala para roubar o dinheiro da empresa. Alguém de fora chama a polícia e os bandidos fazem as 4 pessoas reféns. A polícia terá de negociar com os assaltantes a liberação dos reféns. Quem eles negociarão primeiro? Por algum motivo, as mulheres tem prioridade nesse tipo de situação. Por que? Isso não me parece nem um pouco machista. Segunda situação: sequestro. Mesma história. 3 mulheres e 1 homem são levados para um cativeiro. A polícia descobre o local e entra em contato com os sequestradores. Quem será que a policia vai priorizar o resgate? Uau! Que mundo mais machista nós vivemos. Terceira situação: casa pegando fogo, dois homens e duas mulheres. Não há como sair, pois o fogo tomou conta de tudo em volta das 4 pessoas. Só os bombeiros podem entrar devido as suas roupas especiais. Dois bombeiros arrombam a porta e entram na casa. Quem eles irão resgatar primeiro? As duas mulheres.  Vejam só, que coisa mais machista. Que discriminação mais odiosa! Tá explicado o motivo pelo qual os homens ganham mais que as mulheres? O homem TEM SIM que ganhar mais que a mulher, pois ele corre muito mais riscos e não tem vantagem em nenhum outro lugar, a não ser no salário. Assim como Bill Burr diz, eu digo aqui: não é que a mulher tem que ganhar menos por ser “inferior” ao homem. A mulher pode ganhar o mesmo salário que o homem, contando que ela reivindique de todos os privilégios e se mantenha na linha de tiro por mais tempo pronta para tomar uma bala no meio da cabeça.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify;margin-top: 0pt; margin-bottom: 0pt; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span style="font-size: 11pt; color: rgb(0, 0, 0); background-color: transparent; font-weight: normal; font-style: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; "&gt;&lt;span class="Apple-tab-span" style="white-space: pre; "&gt;	&lt;/span&gt;Mais uma falácia recentemente desmentida por uma pesquisadora: &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 11pt; color: rgb(0, 0, 0); background-color: transparent; font-weight: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap; "&gt;&lt;i&gt;“ai no passado as mulheres eram tão oprimidas! O mundo era muito machista, as mulheres eram obrigadas a ficar em casa cuidando do lar”&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="background-color: transparent; vertical-align: baseline; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: 11pt; white-space: pre-wrap;"&gt;. Ora, ora. Que coisa mais horrível. Vejam só, que repressão mais absurda. Ficar em casa! Não posso enxergar nada mais detestável do que “ser obrigada” a ficar em casa. Deve ser um sacrifício. E o homem, tão livre e tão dominante, tinha que passar o dia inteiro na rua, fuçando em máquinas, correndo risco de ser mutilado e acidentado, era obrigado a ir pra guerra com &lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: 15px; white-space: pre-wrap;"&gt;mínimas&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: 11pt; white-space: pre-wrap;"&gt; possibilidades de voltar vivo, enquanto a mulher ficava em casa cuidando do lar. Porquê não é considerada uma opressão o homem ter de se sujeitar a isso? Porquê, meu deus do céu? Deixando a ironia de lado, vamos aos FATOS: &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 11pt; color: rgb(0, 0, 0); background-color: transparent; font-weight: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap; "&gt;&lt;i&gt;"Pesquisadora estuda diários de mulheres &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Era_vitoriana"&gt;vitorianas&lt;/a&gt; desmente a maior falácia do feminismo: de que mulheres eram obrigadas a ficar em casa. O desejo de se livrar do trabalho era comum em todas as classes e sexos. A Doutora Joanna Bourke, da universidade de Birkbeck, Londres, estudou o diário de 5.000 mulheres que viveram entre 1860 e 1930. Durante aquele período, a proporção de mulheres em trabalhos pagos caiu de 75% para 10%. Isto era considerado na época um grande passo para a população feminina, uma opinião compartilhada pelas mulheres nos escritos que Doutora Bourke encontrou. Libertadas de engenhos e fábricas, elas criaram uma nova base de poder em casa. Isso era, Doutora Bourke diz, “uma escolha deliberada, uma escolha que as davam grande prazer.””&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 11pt; color: rgb(0, 0, 0); background-color: transparent; font-weight: normal; font-style: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap; "&gt; Leiam &lt;a href="http://www.bbk.ac.uk/history/jb/biography.html"&gt;AQUI&lt;/a&gt; e &lt;a href="http://www.independent.co.uk/news/uk/feminists-history-of-housewives-challenged-1534788.html"&gt;AQUI&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span style="font-size: 11pt; color: rgb(0, 0, 0); background-color: transparent; font-weight: normal; font-style: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap; "&gt; e sintam o poder da VERDADE batendo direto nas tuas fuças.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify;margin-top: 0pt; margin-bottom: 0pt; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: medium; "&gt;&lt;span style="font-size: 11pt; color: rgb(0, 0, 0); background-color: transparent; font-style: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap; "&gt;&lt;span class="Apple-tab-span" style="white-space:pre"&gt;	&lt;/span&gt;Prostituição: há quem diga que a prostituição é  o “claro” domínio do homem sob a mulher na nossa sociedade  “machista”. Pera lá um pouquinho. Quer dizer que o homem &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 11pt; color: rgb(0, 0, 0); background-color: transparent; font-style: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap; "&gt;&lt;b&gt;PAGA&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 11pt; color: rgb(0, 0, 0); background-color: transparent; font-style: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap; "&gt; para simplesmente ter relação sexual com uma mulher e é ele que tem o domínio da situação? NÃO, sua burra ANORMAL. Isso é o claro domínio da MULHER sobre o homem. O homem retira uma boa parte do seu salário (esforço) para ter uma buceta para penetrar. A mulher tem algo que o homem quer e faz ele ter de dar algo em troca para poder ter. Não precisa ser muito inteligente para perceber isso. Trata-se de LÓGICA. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: medium; "&gt;&lt;span style="font-size: 11pt; color: rgb(0, 0, 0); background-color: transparent; font-style: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap; "&gt;&lt;b&gt;Prostituição é o domínio da mulher sob o homem, ponto final.&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify;margin-top: 0pt; margin-bottom: 0pt; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: medium; "&gt;&lt;span style="font-size: 11pt; color: rgb(0, 0, 0); background-color: transparent; font-style: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap; "&gt;&lt;span class="Apple-tab-span" style="white-space:pre"&gt;	&lt;/span&gt;Vamos a mulher moderninha. Aquelas que usam como argumento para ser PUTA a seguinte frase: &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 11pt; color: rgb(0, 0, 0); background-color: transparent; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap; "&gt;&lt;i&gt;“por que o homem que come todas é considerado pegador-fodão e a mulher que da pra todos é considerada vagabunda?”&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 11pt; color: rgb(0, 0, 0); background-color: transparent; font-style: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap; "&gt;. Pera aí sua feministinha BURRA e INCOERENTE. O homem comedor é considerado superior por quem? Por vocês mesmas. Vocês valorizam e priviliegiam o homem mais cafajeste, comedor, manipulador e rico (não apenas de dinheiro). Vocês dão sexo fácil e molham as calcinhas pelos que tem o maior poder de conquista, logo, o mais comedor.  E enquanto isso, o virgem, o tímido, o cara que não pega ninguém, o excluído do grupo é motivo de piada e vocês RIDICULARIZAM um cara desses. Se ele chega em vocês, o maior prazer de uma mulher numa situação dessas é dispensá-lo e depois rir da cara dele com as amigas. Se um cafajeste comedor e conquistador chega em vocês, vocês se entregam facilmente. Mas vejam só onde chegamos. Não é que são vocês mesmas que valorizam o comedor e o acham foda? Tá bom, querida? Então parem com esse papinho ridículo. Se vocês achassem tão errado assim comer todo mundo, vocês usariam isso como base e argumento para se DIFERENCIAR do homem e ser SUPERIORES nessa questão. &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 11pt; color: rgb(0, 0, 0); background-color: transparent; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap; "&gt;&lt;i&gt;“Ai eu acho tão ridículo isso de o homem comedor ser vangloriado. Que ridículo! Também quero dar pra todo mundo e ser vangloriada”.&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 11pt; color: rgb(0, 0, 0); background-color: transparent; font-style: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap; "&gt; &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 11pt; color: rgb(0, 0, 0); background-color: transparent; font-style: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap; "&gt;&lt;b&gt;Mulheres buscam nos atos ERRADOS dos homens a justificativa para também cometê-los.&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: medium; "&gt;&lt;span style="font-size: 11pt; color: rgb(0, 0, 0); background-color: transparent; font-style: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap; "&gt; Sejam mais coerentes. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify;margin-top: 0pt; margin-bottom: 0pt; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: medium; "&gt;&lt;span style="font-size: 11pt; color: rgb(0, 0, 0); background-color: transparent; font-style: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap; "&gt;&lt;span class="Apple-tab-span" style="white-space:pre"&gt;	&lt;/span&gt;Tudo bem a mulher dar para todo mundo. Tudo bem a cada final de semana ela acordar em uma casa diferente. Tudo bem ela se sentir livre para fazer isso e sexta feira acordar com o semem de um cara nas roupas e no sábado de outro. Na verdade, ninguém as impede de fazer isso. Só não queiram depois exigir ser tratadas como princesas, ter um namorado “romântico”, “querido”, “engraçado” e fiel. Não venham depois reclamar que os homens tratam vocês como objetos quando, na verdade,&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 11pt; color: rgb(0, 0, 0); background-color: transparent; font-style: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap; "&gt;&lt;b&gt; vocês mesmas se tratam como objetos&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: medium; "&gt;&lt;span style="font-size: 11pt; color: rgb(0, 0, 0); background-color: transparent; font-style: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap; "&gt;. Vocês agem como depósito de esperma e querem reclamar da sociedade? Faça-me o favor. Parem com coitadismo, parem de por a culpa sempre nos outros. Tem quem fale que essa “opressão” ao sexo livre é devido as religiões. Vamos falar a VERDADE: homem não gosta de mulher assim simplesmente por ser horrível ter uma relação com uma mulher que possuí uma lista enorme de penetrações na vida. Não tem nada a ver com a “moral cristã”. A completa maioria dos homens que rejeitam esse tipo para relacionamentos nem sabem o que “a moral cristã” tem a dizer sobre isso. Se ele for um crente, o argumento pode ser válido, mas do contrário, não. Parem de inventar desculpinhas para serem vagabundas. É tudo muito simples: quer liberar geral? Arque com as consequencias, pois nós, homens, não temos culpa se a cabeça doente de vocês valoriza o cafajeste. Homem não valoriza vagabundas. Lidem com isso.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify;margin-top: 0pt; margin-bottom: 0pt; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: medium; "&gt;&lt;span style="font-size: 11pt; color: rgb(0, 0, 0); background-color: transparent; font-style: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap; "&gt;&lt;span class="Apple-tab-span" style="white-space:pre"&gt;	&lt;/span&gt;Vamos a um grande exemplo que nos mostra como a sociedade é machista: uma mulher sai na rua e quer dar. Ela não precisa se esforçar muito. Ela nem precisa ser gostosa e bonita. Se for mediana pra baixo ela vai conseguir com 100% de certeza algum homem disposto a não só comê-la, mas como AMÁ-LA. É só ela falar para QUALQUER homem que estiver naquela rua no momento &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 11pt; color: rgb(0, 0, 0); background-color: transparent; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap; "&gt;&lt;i&gt;“quero transar contigo”&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: medium; "&gt;&lt;span style="font-size: 11pt; color: rgb(0, 0, 0); background-color: transparent; font-style: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap; "&gt;. Imaginem um homem nessa situação. A menos que ele seja uma celebridade (= status, poder, comedor, dinheiro, emoções fortes), ele seria ridicularizado, as pessoas teriam nojo dele e mulher alguma estaria disposta a amá-lo e a transar com ele a troco de nada. O homem transa com a mulher e a deseja simplesmente por ser louco e apaixonado pelo sexo feminino. Ele não espera nada dela. O homem simples e comum apenas espera uma chance para poder ver seu corpo nu e amá-la. Porquê? Porquê o homem tem de se esforçar tanto para conseguir uma mulher? Porquê o homem não espera nada da mulher? Porquê a mulher  exige tanta coisa do homem? Ora, que sociedade mais machista!&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify;margin-top: 0pt; margin-bottom: 0pt; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: 15px; white-space: pre-wrap; "&gt;&lt;span class="Apple-tab-span" style="white-space:pre"&gt;	&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: 15px; white-space: pre-wrap; "&gt;Porquê uma criança do sexo feminino tem tratamento diferente de uma criança do sexo masculino? Porquê quando a criança do sexo masculino chora, os pais mandam ele levantar a cabeça e dizem “para de chorar guri!”? Porquê quando a criança do sexo feminino começa a chorar logo ela é abraçada por todos, segura e protegida? Porquê? Que coisa mais machista isso. Estou revoltado.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify;margin-top: 0pt; margin-bottom: 0pt; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: 15px; white-space: pre-wrap; "&gt;&lt;span class="Apple-tab-span" style="white-space:pre"&gt;	&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: 15px; white-space: pre-wrap; "&gt;Porquê as feministas não lutaram pelo direito de estar trabalhando naquela mina no Chile que soterrou 33 HOMENS? Ora, que absurdo. 33 homens trabalhando em um local de risco e soterrados durante meses. Isso deve ser muito machista mesmo. Não havia uma mulher sequer lá. Onde estavam as feministas batalhadoras e lutadoras dos direitos iguais nessa hora? Onde estão as feministas para pedir o direito de igualar os sexos em trabalhos de risco? Já viu alguma “pedreira” por aí? Ah não né? Vocês só querem os cargos gerenciais, ser presidentes de empresas e ser fodonas. Não há desigualdade: assim como os homens são donos dos maiores salários, os homens também são donos dos MENORES salários. Está tudo equilibrado.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify;margin-top: 0pt; margin-bottom: 0pt; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: 15px; white-space: pre-wrap; "&gt;&lt;span class="Apple-tab-span" style="white-space:pre"&gt;	&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: 15px; white-space: pre-wrap; "&gt;Alguém aí já viu uma feminista gritando para ser "independente"? Qual a justificativa disso? Ser vagabunda. Feminista nenhuma luta pela "independência financeira" para constituir uma família com um homem, ter filhos, passar valores a eles e garantir a sua educação e segurança. A verdade é que a mulher deseja ser "independente" para poder dar pra quem quiser, ir pra balada chupar o pau de quem ela quiser, flertar com cafajestes, etc. Não que elas não possam fazer isso, mas não me impressiona e não me parece correto tanto esforço para fazer isso. Se tu aí, mulher, deseja trabalhar e ser "independente" para constituir uma família e ter segurança financeira, parabéns. Tu é uma das poucas. Rara. Se tu é do outro tipo, eu quero mais é que tu morra de AIDS, sua VAGABUNDA.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify;margin-top: 0pt; margin-bottom: 0pt; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: 15px; white-space: pre-wrap; "&gt;&lt;span class="Apple-tab-span" style="white-space:pre"&gt;	&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: 15px; white-space: pre-wrap; "&gt;Procurem no YouTube a propaganda mais recente da BomBril, leiam o texto e depois invertam a situação. Imaginem um homem falando tudo aquilo para uma mulher. Conseguem imaginar o rebuliço que isso causaria? E porquê é “legal” e “engraçado” quando ataca os homens e “injusto” e “preconceituoso” quando ataca as mulheres? Que mundo machista, que sociedade machista!&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify;margin-top: 0pt; margin-bottom: 0pt; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: 15px; white-space: pre-wrap; "&gt;&lt;span class="Apple-tab-span" style="white-space:pre"&gt;	&lt;/span&gt;Quem é que tem lei exclusiva? As mulheres. Isso realmente é muito machista. O agressor de uma mulher tem uma pena X e o agressor de um homem tem uma pena Y. Repressão absurda. Realmente, muito injusto com as mulheres. Em tempo, leiam &lt;a href="http://www.escritorioonline.com/webnews/noticia.php?id_noticia=7724"&gt;AQUI&lt;/a&gt; porque essa “&lt;a href="http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2004-2006/2006/lei/l11340.htm"&gt;Lei Maria da Penha&lt;/a&gt;” é inconstitucional. Afinal, feministas, vocês lutam por direitos iguais ou por direitos superiores? Alguém aí já viu alguma mulher lutando por “deveres”? Ah, vocês só querem direitos né. A sociedade realmente repreende muito a mulher, pobrezinha, que coisa horrível. Ahhh, PAREM de ser vitimistas e parem de colocar a culpa de tudo nos outros.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify;font-size: medium; text-indent: 36pt; margin-top: 0pt; margin-bottom: 0pt; "&gt;&lt;span style="font-size: 11pt; color: rgb(0, 0, 0); background-color: transparent; font-weight: normal; font-style: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap; "&gt;Feministas, esquerdistas, manginas, maconheiros, defensores da libertinagem, do sexo livre: sintam-se livres para me xingar bastante &lt;a href="http://www.formspring.me/arthurpetry"&gt;aqui&lt;/a&gt;. Eu adoro quando vocês se irritam com a opinião de um “ridículo, ignorante, estúpido, burro, imbecil, idiota”. Comecem o linchamento.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify;font-size: medium; text-indent: 36pt; margin-top: 0pt; margin-bottom: 0pt; "&gt;&lt;span style="font-size: 11pt; color: rgb(0, 0, 0); background-color: transparent; font-weight: normal; font-style: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap; "&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify;font-size: medium; text-indent: 36pt; margin-top: 0pt; margin-bottom: 0pt; "&gt;&lt;span style="font-size: 11pt; color: rgb(0, 0, 0); background-color: transparent; font-weight: normal; font-style: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap; "&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify;font-size: medium; text-indent: 36pt; margin-top: 0pt; margin-bottom: 0pt; "&gt;&lt;span style="font-size: 11pt; color: rgb(0, 0, 0); background-color: transparent; font-weight: normal; font-style: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap; "&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify;font-size: medium; text-indent: 36pt; margin-top: 0pt; margin-bottom: 0pt; "&gt;&lt;span style="font-size: 11pt; color: rgb(0, 0, 0); background-color: transparent; font-weight: normal; font-style: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap; "&gt;Leituras complementares:&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify;font-size: medium; text-indent: 36pt; margin-top: 0pt; margin-bottom: 0pt; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span style="font-size: 11pt; color: rgb(0, 0, 0); background-color: transparent; font-weight: normal; font-style: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap; "&gt;&lt;span class="Apple-tab-span" style="white-space:pre"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: 16px; "&gt;&lt;a href="http://mghb.homenshonrados.com/2011/05/atencaoanticoncepcional-masculino.html"&gt;http://mghb.homenshonrados.com/2011/05/atencaoanticoncepcional-masculino.html&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify;font-size: medium; text-indent: 36pt; margin-top: 0pt; margin-bottom: 0pt; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span class="Apple-tab-span" style="white-space:pre"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify;font-size: medium; text-indent: 36pt; margin-top: 0pt; margin-bottom: 0pt; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span class="Apple-tab-span" style="white-space:pre"&gt; &lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: 16px; "&gt;&lt;a href="http://jusvi.com/artigos/41932/2"&gt;http://jusvi.com/artigos/41932/2&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify;font-size: medium; text-indent: 36pt; margin-top: 0pt; margin-bottom: 0pt; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span class="Apple-tab-span" style="white-space:pre"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify;font-size: medium; text-indent: 36pt; margin-top: 0pt; margin-bottom: 0pt; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span class="Apple-tab-span" style="white-space:pre"&gt; &lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: 16px; "&gt;&lt;a href="http://g1.globo.com/planeta-bizarro/noticia/2011/05/estudante-leiloa-virgindade-por-quase-r-120-mil-em-site-holandes.html"&gt;http://g1.globo.com/planeta-bizarro/noticia/2011/05/estudante-leiloa-virgindade-por-quase-r-120-mil-em-site-holandes.html&lt;/a&gt; (Imaginem isso ao contrário)&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify;font-size: medium; text-indent: 36pt; margin-top: 0pt; margin-bottom: 0pt; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: 16px; "&gt;&lt;span class="Apple-tab-span" style="white-space:pre"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify;font-size: medium; text-indent: 36pt; margin-top: 0pt; margin-bottom: 0pt; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: 16px; "&gt;&lt;span class="Apple-tab-span" style="white-space:pre"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: 16px; "&gt;&lt;a href="http://silviokoerich.blogspot.com/2009/06/desmascarando-virilmente-o-pensamento.html"&gt;http://silviokoerich.blogspot.com/2009/06/desmascarando-virilmente-o-pensamento.html&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify;font-size: medium; text-indent: 36pt; margin-top: 0pt; margin-bottom: 0pt; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span class="Apple-tab-span" style="white-space:pre"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify;font-size: medium; text-indent: 36pt; margin-top: 0pt; margin-bottom: 0pt; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span class="Apple-tab-span" style="white-space:pre"&gt; &lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: 16px; "&gt;&lt;b&gt;&lt;a href="http://silviokoerich.blogspot.com/2009/05/as-mulheres-eram-oprimidas-e-impedidas.html"&gt;http://silviokoerich.blogspot.com/2009/05/as-mulheres-eram-oprimidas-e-impedidas.html&lt;/a&gt; (Esse é o mais importante, leiam essa merda bando de preguiçosos. Parem de assistir seriados inúteis e LEIAM)&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify;font-size: medium; text-indent: 36pt; margin-top: 0pt; margin-bottom: 0pt; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: 16px; "&gt;&lt;span class="Apple-tab-span" style="white-space:pre"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify;font-size: medium; text-indent: 36pt; margin-top: 0pt; margin-bottom: 0pt; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: 16px; "&gt;&lt;span class="Apple-tab-span" style="white-space:pre"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: 16px; "&gt;&lt;a href="http://silviokoerich.blogspot.com/2008/01/lei-maria-da-penha-e-violncia-domstica.html"&gt;http://silviokoerich.blogspot.com/2008/01/lei-maria-da-penha-e-violncia-domstica.html&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify;font-size: medium; text-indent: 36pt; margin-top: 0pt; margin-bottom: 0pt; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span class="Apple-tab-span" style="white-space:pre"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify;font-size: medium; text-indent: 36pt; margin-top: 0pt; margin-bottom: 0pt; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span class="Apple-tab-span" style="white-space:pre"&gt;&lt;/span&gt;Pesquisa: Mulher aprova violência contra o homem &lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: 16px; "&gt;&lt;a href="http://news.bbc.co.uk/2/hi/uk_news/scotland/glasgow_and_west/5092100.stm"&gt;http://news.bbc.co.uk/2/hi/uk_news/scotland/glasgow_and_west/5092100.stm&lt;/a&gt; (imaginem se fosse ao contrário)&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify;font-size: medium; text-indent: 36pt; margin-top: 0pt; margin-bottom: 0pt; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: 16px; "&gt;&lt;span class="Apple-tab-span" style="white-space: pre; "&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9187576254874102148-8763770259940535926?l=arthurpetry.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://arthurpetry.blogspot.com/feeds/8763770259940535926/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://arthurpetry.blogspot.com/2011/05/o-mundo-nao-e-e-nunca-foi-machista.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9187576254874102148/posts/default/8763770259940535926'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9187576254874102148/posts/default/8763770259940535926'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://arthurpetry.blogspot.com/2011/05/o-mundo-nao-e-e-nunca-foi-machista.html' title='O mundo não é e nunca foi machista.'/><author><name>Arthur Petry</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10774640195640917062</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9187576254874102148.post-1263299842042767724</id><published>2011-03-31T17:47:00.001-03:00</published><updated>2011-08-24T23:43:08.747-03:00</updated><title type='text'>Em defesa: Jair Bolsonaro</title><content type='html'>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-Quouh-Nkw-E/TZMgD7YOThI/AAAAAAAAEyo/Cg64Qi7NUBE/s1600/jair-bolsonaro1.jpg" onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 319px; height: 270px;" src="http://3.bp.blogspot.com/-Quouh-Nkw-E/TZMgD7YOThI/AAAAAAAAEyo/Cg64Qi7NUBE/s1600/jair-bolsonaro1.jpg" border="0" alt="" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Não vou dar uma de jornalista imbecil e ficar escrevendo resuminho do que aconteceu com o Bolsonaro no CQC. Todo mundo já sabe. Se tu tá lendo isso aqui e não sabe do que se trata, procura no Google por notícias recentes sobre o Deputado Jair Bolsonaro e no YouTube por “Jair Bolsonaro CQC O povo quer saber”. Te vira.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count:1"&gt;                &lt;/span&gt;Vamos direto ao ponto. Após esse ocorrido, vejo um monte de BABACA que nunca soube da existência de Jair Bolsonaro, atacando-o, criticando-o, com aquelas “hashtags” ridículas e insuportáveis no twitter, Vlogs imbecis no YouTube e debates insuportáveis em Facebook e Orkut. Todos indo na onda, sem se preocupar em reunir informações pra ter a MÍNIMA noção do que falam. Em resumo, é um bando de rebelde sem causa. Só o que sabem falar em “preconceito”, “Hitler brasileiro”, “racista” e clichês irritantes. Ninguém tem fundamento pra criticar o Jair Bolsonaro. Manipulados pelo CQC.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count:1"&gt;                &lt;/span&gt;Quantos desses conhecem o trabalho e a história do Bolsonaro? Nenhum. Então é o seguinte o REVOLTADINHO OPORTUNISTA. Liga a tua TV, tira do SporTV, tira do House e coloca na TV Câmara ou na TV Senado e ASSISTE os Deputados, Senadores e seus respectivos presidentes trabalhando antes de abrir a boca pra pagar uma de justiceiro do país. Procura no YouTube pelos vídeos do Bolsonaro no plenário e ASSISTE o que ele tem pra propor pro Brasil. Ah não né? É muito chato assistir um politico trabalhando? É melhor rir da Rebbeca Black ou do Restart né seu FILHA DA PUTA?&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count:1"&gt;                &lt;/span&gt;Eu acompanho o trabalho da família Bolsonaro há alguns anos, especialmente do Jair portanto, tenho credibilidade pra falar dele. Se tu acha que não tenho, o problema é teu. Ele é um homem defensor da família e dos bons costumes. É um cara que defende ações rígidas como tortura para bandidos, estupradores, pedófilos, traficantes, corruptos, sequestradores (assiste lá no YouTube o que ele tem pra falar sobre criminosos). É contra o MST (como muitos de vocês). Ah, mas aí não pode né? Só pode quando é o Capitão Nascimento, aí vocês acham lindo torturar. Bolsonaro não apóia o Kit Gay a ser distribuido nas escolas pra crianças. Tu não sabe o que é isso né? Então vai pesquisar e tome conhecimento desse ABSURDO. Se tem algum pai e alguma mãe lendo isso aqui, vá atrás de informações sobre o Kit Gay e ve se é isso que tu quer que ensinem pro teu filho na escola. Não quero me extender nesse páragrafo, mas isso é pra vocês DEMAGOGOS terem uma noção do trabalho dele e que vão atrás de mais coisas sem PRÉ-JULGAMENTOS como vocês adoram falar.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count:1"&gt;                &lt;/span&gt;Qualquer débil mental percebe que a resposta do Bolsonaro a última pergunta daquele quadro no CQC foi fora de contexto. Só que vocês não querem perceber/admitir para não perderem um motivo de protesto e se sentirem úteis e justiceiros. A última pergunta foi feita após um bateria de perguntas sobre homossexualismo e, com toda a certeza, o Bolsonaro se atrapalhou e respondeu de acordo com o que ele entendeu. O CQC teve 40 dias até o quadro ir ao ar para convocar Bolsonaro a responder novamente aquela pergunta. Não tomaram tal atitude. E o motivo é claro: querem ibope e repercussão. Com certeza, todos da produção (inclusive Marcelo Tas) assistiram o quadro após a edição/antes de ir ao ar e SABIAM que a resposta estava fora de contexto e que aquilo causaria uma grande polêmica e PROMOÇÃO do CQC por todos os meios midiáticos. Eles devem estar vibrando até agora com isso e vocês cairam como uns PATINHOS. E o que me IRRITA são IMBECIS completamente manipulados por esse programa (que, na minha opinião, era de ótima qualidade até então) ACREDITANDO que o Jair Bolsonaro deu aquela resposta direcionado a pergunta da Preta Gil. Não consigo ADMITIR que vocês sejam tão BURROS a ponto de não perceber isso. Por falar em Preta Gil, não ficaria surpreso se isso fosse armado junto a ela, pois é um LIXO de artista, não canta MERDA NENHUMA e só vive de barracos e escandâlos. Ela NUNCA apareceu na mídia por criar uma música de qualidade. &lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count:1"&gt;                &lt;/span&gt;Após essas explicações, muitos tentam passar pro lado da “homofobia”. (Queria saber quando foi que TER MEDO de alguma coisa se tornou crime). O Bolsonaro nunca defendeu a violência contra gays. É total direito dele, meu e de todos não concordar com o COMPORTAMENTO homossexual e nem com o INCENTIVO a tal. E o bando de troxa vai na onda e acha que não concordar e não estimular tal comportamento é igual a desrespeitar. Encheram o saco dele quando ele disse que não teria orgulho de ter um filho gay. E tu aí? Teria ou só tá querendo passar uma imagem defensor da humanidade? Distorceram as palavras dele (como esse pessoal adora fazer) quando ele disse que umas palmadas na criança fariam ela voltar ao rumo correto, falando que o Bolsonaro concorda e incentiva a agressão a homossexuais como recentemente aconteceu em São Paulo. Faça-me o favor. Ah, e se tu aí acha que a sexualidade não é desenvolvida e sim já nasce com a criança, tu defende a pedofilia. HIPÓCRITA.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count:1"&gt;                &lt;/span&gt;Depois disso, o atacam por defender a Ditadura de 64 e dizer que tem saudades do Médice, Geisel e Figueiredo. E aí um bando de desinformado que só sabe parte da história ensinada por professores comunistas e livros manipulados e CENSURADOS, não conseguem entender o que ele tem pra dizer e o atacam sem SABER do que estão falando. Vocês sabem o que é a Comissão da Verdade? Não né? Então vai atrás e enxerga o que o Bolsonaro tem a falar da Ditadura. Procure vídeos de 10 minutos no YouTube sobre o que Bolsonaro fala da época da Ditadura e não PRÉ-JULGUE a partir de uma resposta de 5 segundos nesse LIXO de programa que é o CQC.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count:1"&gt;                &lt;/span&gt;Me irritei profundamente, pois há 4 anos conheço e acompanho a figura do Bolsonaro e sempre concordei com a maioria de suas opiniões. E agora, por um mal entendido, um bando de troxa quer pagar de justiceiro e salvador da humanidade por 3 segundos de vídeo onde uma pessoa cometeu uma falha e entendeu errado uma pergunta. Enfiem no CU essas “hashtags” inúteis.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tu não gostou do meu texto e me acha um babaca? Tu acha que meu texto é pobre e eu escrevo mal? FODA-SE. Quer me xingar? Fica a vontade.&lt;span class="Apple-style-span" style="color: rgb(51, 51, 51); font-size: 13px; line-height: 20px; "&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9187576254874102148-1263299842042767724?l=arthurpetry.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://arthurpetry.blogspot.com/feeds/1263299842042767724/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://arthurpetry.blogspot.com/2011/03/em-defesa-jair-bolsonaro.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9187576254874102148/posts/default/1263299842042767724'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9187576254874102148/posts/default/1263299842042767724'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://arthurpetry.blogspot.com/2011/03/em-defesa-jair-bolsonaro.html' title='Em defesa: Jair Bolsonaro'/><author><name>Arthur Petry</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10774640195640917062</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-Quouh-Nkw-E/TZMgD7YOThI/AAAAAAAAEyo/Cg64Qi7NUBE/s72-c/jair-bolsonaro1.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9187576254874102148.post-8624861258522830138</id><published>2010-05-20T17:07:00.000-03:00</published><updated>2010-05-20T17:50:53.818-03:00</updated><title type='text'>Vocês não são rockstars</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_njiU-Du172w/S_WgocOhHhI/AAAAAAAAAC0/oqb7_wqOgPs/s1600/indie-9.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px; height: 252px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_njiU-Du172w/S_WgocOhHhI/AAAAAAAAAC0/oqb7_wqOgPs/s320/indie-9.jpg" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5473457538771000850" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-tab-span" style="white-space:pre"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-tab-span" style="white-space:pre"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-tab-span" style="white-space:pre"&gt; &lt;/span&gt;Ultimamente tenho acordado de bom humor. Me visto, tomo meu café da manhã ouvindo a guaíba e dando umas risadas com o Rogério Mendelski e o Juremir Machado, escovo os dentes e vou para rua pegar o ônibus. É aí que o meu bom humor não resiste, leva uma surra e é humilhado pelo ódio e fúria, dando lugar ao mal humor.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-tab-span" style="white-space:pre"&gt; &lt;/span&gt;Por todos os cantos dessa cidade eu vejo jovens se vestindo como extraterrestres. Óculos gigantescos e coloridos, calças extremamente apertadas, nikes enormes e cheio de cores, gravatas, ternos sujos, camisetas curtíssimas, broches de londres, cabelos sujos, coloridos ou exageradamente produzidos, chapéu e gurias vestidas com a roupa de suas vós. Eu acabei de descer do ônibus e já tem um jovem estúpido importunando a minha vida e destruindo toda a minha paciência. Ele desfila com a sua calça vermelha socada no rabo, seu nike laranja com rosa e verde e seu cabelo escorrido na testa e na suíça. &lt;span class="Apple-style-span"  style=" ;font-family:Georgia;"&gt;Essa maldita moda londrina trouxe consigo a moda do rockstar. Ser músico virou moda. Sempre tem um babaca abraçado num violão, perambulando por aí a espera que os outros pensem "olha lá, esse cara toca violão, ele é músico".&lt;span class="Apple-style-span"  style=" ;font-family:Georgia, serif;"&gt; A ponto de enfiar um pedaço de ferro dentro do meu estômago e fuçar até destruí-lo por completo, sigo em direção ao inferno que é a faculdade. Parece que entrei no Fashion Week. Por alguns segundos acreditei estar em um desfile de moda. O que é isso? Os jovens dessa maldita geração perderam o senso do ridículo? Parece que de uma hora para outra todos decidiram que moram em Londres. Eu não aguento mais ver vocês e essa mania de querer parecer diferente. É estilinho pra cá, estilinho pra lá e, no final das contas, vocês são todos iguais.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-tab-span" style="white-space:pre"&gt; &lt;/span&gt;Eu não quero mais ver esse bando de jovem fedorento caminhando pelas ruas como se fossem rockstars ou como se estivessem vivendo dentro de um seriadinho. Maldita moda londrina e seus ícones drogados. E esses palhaços andam por aí com a mesma vestimenta dos seus ídolos. Se tu é um desses, eu tenho uma surpresinha pra ti: se vestir igual ao teu ídolo não causa a mesma reação nas outras pessoas como a que tu tem quando tu olha pra ele. Em outras palavras: tu, com a mesma vestimenta do teu ídolo, não fica tão legal quanto ele parece. Da pra entender? Tu não passa de um babaca querendo pagar uma de rockstar. Essa é a imagem que tu passa, otário. Um trouxa sem personalidade querendo mostrar para os outros o quanto tu adora música e os teus ídolos idiotas.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-tab-span" style="white-space:pre"&gt; &lt;/span&gt;Avisto um lixo humano vestido com um terno sujo em meio a multidão. Ele está no lugar mais visível possível com um Marlboro fedorento na boca. Ele nem traga. Apenas põe aquela merda na boca e já assopra o mais rápido possível. Pra que isso? Pra se achar. Presta bem atenção seu jovem imundo: ir para a faculdade de terno e ficar fumando não te faz o The Strokes do momento. Quem gosta de cigarro não fuma no meio de todo mundo cheio de poses. Sabe o motivo? Porque essa é a diferença entre um cara que É o que É e um cara que apenas quer aparecer para os outros o que deseja ser. Joga esse cigarro e fora e some do meu campo de visão. Colocar uma regata branca nesse teu corpinho miúdo para mostrar o teu braço tatuado, uma calça jeans rasgada  e um chapéu não te faz o superstar da galera. O teu braço tatuado não te faz o malvadão do hardcore; te faz um abobado que gastou uma nota preta pra se mostrar aos outros. Por falar em tatuagem, o que dizer daquelas otárias (normalmente são gurias) que tatuam uma merda de uma clave de sol no punho ou atrás da orelha só para mostrar aos outros o quanto elas amam música? Essa é outra coisa que eu odeio: gente dizendo que não vive sem música. Gurias de merda fãs de Avril Lavigne e Paramore querendo ser a Hayley Williams. Olha aqui, seus seres inferiores metidos a músicos: eu cresci no meio musical. Conheço, tive professores e amigos profissionais nisso. Sabe quantos se vestem de modo extravagante, tatuam clave de sol e tentam, de todas as formas, mostrarem que gostam de música? NENHUM. Sabe porque? Pois eles são o que são. São seguros de sí, pois sabem o que são. Aprendam de uma vez por todas que vocês não são rockstars e não vivem em um seriado  de televisão.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-tab-span" style="white-space:pre"&gt; &lt;/span&gt;Após uma manhã inteira observando essa gente horrível, já estou quase vomitando e desejando que eu morra afogado no próprio vomito. Pego o ônibus de volta para casa. No caminho, tenho a leve impressão de ter visto um ser de outra galáxia habitando o meu planeta. O imbecil vestia um canguru listrado verde e branco, um óculos amarelo enorme, uma calça amarela enfiada no intestino grosso e um tênis colorido.  A minha vontade era de pegar um trator, tombar o ônibus em cima dele, deixá-lo esmagado só com a cabeça de fora, pegar uma cadeira de praia, uma limonada e assisti-lo sofrer até a morte.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-tab-span" style="white-space:pre"&gt; &lt;/span&gt;No orkut, tem aqueles infelizes com álbuns de filmes e seriados; na legenda, colocam diálogos dos mesmos. Fotos cheias de poses, títulos em francês, tentando pagar uma de cult. Merda de juventude. Vocês só querem saber de aparecer. Tudo pra eles é estilo, visual, ser famosinho, ter seguidores no twitter, comentários nas fotos. PAREM COM ISSO.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-tab-span" style="white-space:pre"&gt; &lt;/span&gt;Vocês não sabem o quanto foi difícil escrever esse texto. O ódio e a fúria crescia dentro de mim em meio a escrita. Acabei espancando com o caderno os meus quatro cachorros. Parem de querer aparecer. Seus indies babacas, vocês não estão em Londres, muito menos em 1970. Eu não quero mais saber dessa gente circulando por aí, achando legal se vestir como um cheirador de cocaína imundo, fazendo poses, caras e bocas com um maldito cigarro. Eu não aguento mais essa juventude cheia de estilo. Podem me xingar nos comentários, marcar que o texto é "um lixo" e me encher o saco. Eu não me importo. Não quero partilhar das mesmas idéias com gente que se ofenda com esse texto. E não adianta dizer para eu deixar eles em paz, pois eu estou deixando. Apenas estou reclamando do que eu não gosto e, se vocês reclamarem da minha opinião, estaremos quites. Maldita geração estilinho.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9187576254874102148-8624861258522830138?l=arthurpetry.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://arthurpetry.blogspot.com/feeds/8624861258522830138/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://arthurpetry.blogspot.com/2010/05/voces-nao-sao-rockstars.html#comment-form' title='27 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9187576254874102148/posts/default/8624861258522830138'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9187576254874102148/posts/default/8624861258522830138'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://arthurpetry.blogspot.com/2010/05/voces-nao-sao-rockstars.html' title='Vocês não são rockstars'/><author><name>Arthur Petry</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10774640195640917062</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_njiU-Du172w/S_WgocOhHhI/AAAAAAAAAC0/oqb7_wqOgPs/s72-c/indie-9.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>27</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9187576254874102148.post-3071098194498896262</id><published>2010-05-17T12:32:00.000-03:00</published><updated>2010-05-17T20:41:56.350-03:00</updated><title type='text'>"Baladas"</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-tab-span" style="white-space:pre"&gt; &lt;/span&gt;Eu não aguento mais ouvir ou ler essa maldita palavra "balada". Será possível que as pessoas não percebam o quão ridículas elas são denominando uma festa de "balada"? E o que dizer daquelas pessoas emitindo a frase mais horripilante já inventada pela humanidade: "qual é a NOITE hoje?". Parem com isso.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-tab-span" style="white-space:pre"&gt; &lt;/span&gt;Como em todo o fim de semana, eu pego meu carro e vou dar uma volta pela cidade para pensar um pouco na vida e achar soluções para ela. Algo me impede e eu não demoro muito para descobrir o que é: pessoas. Ah, como eu odeio pessoas. Logo na minha primeira parada em um posto para abastecer, a minha vida começa a piorar. Lá estão aqueles inúteis em volta de um carrão, ouvindo uma música nojenta em um volume ensurdecedor, bebendo e fumando, com a camiseta mais curtinha possível (não importa o frio que faça) para tentar atrair umas "gatinhas" (outra palavra horrível) mostrando o bíceps inchadinho do treino que fez há algumas horas. Tomara que fiquem bêbados e morram no primeiro poste que aparecer.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-tab-span" style="white-space:pre"&gt; &lt;/span&gt;Saindo de lá o mais rápido possível, pois aquela cena me perturbava, passo na frente de uma famosa "balada" e é aí que a vontade de me atirar pela janela do carro em alta velocidade, ser atropelado por um ônibus na queda e ser comido por larvas aumenta. Lá estão aqueles babacas na frente do lugar, reunidos em grupinhos. Todos os grupos são exatamente iguais: um otário com uma garrafa de sprite misturada com algum destilado nojento, bebendo para mostrar que ele é o bêbado da turma. Outros infelizes berrando e rindo alto para chamar atenção com aqueles cabelos entupidos de gel e mais alguns bebendo cerveja para completar o círculo dos otários.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-tab-span" style="white-space:pre"&gt; &lt;/span&gt;Na imensa fila para entrar na "balada", é hora das mulheres. Eu não vou poupar vocês. Começo com aquelas chatas que deixam no nick do msn "noite" ou "balada". Ficam berrando junto as amigas com aquelas vozinhas finas e irritantes para mostrar aos outros que estão se divertindo e que são as festeiras da turma. Parem de berrar. Só vai na festa, te diverte e fica quieta. Também tem o grupo das patys cheias de sí: ficam na fila com aquela cara de mal humor, todas produzidas, sabendo que todos os homens do lugar querem comê-las e que elas vão esnobar, pois são as superiores do local. Adoram dizer que "só vim pra dançar". Porra, se tu só quer dançar, fica em casa, liga o som e dança. Vai me dizer que pra dançar tem que se produzir, escolher roupa, colocar um salto, pagar 30 reais (ou mais), ficar socada num lugar entupido de gente, suar feito uma porca e ir embora toda suja parecendo que foi estuprada por um elefante? Não é possível que alguém goste tanto assim de dançar. A real é que elas estão ali para atraír os machos e ter o seu ego inflado quando passarem pelo grupo do babaca com a garrafa de sprite e eles e seus amigos chuparem os dentes tentando demonstrar tesão. Se tu não sabe, a dança é o primeiro passo para o acasalamento. Sendo assim, tu vai pra festa em busca de SEXO.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-tab-span" style="white-space:pre"&gt; &lt;/span&gt;Também tem o grupo das babacas que acabaram de completar 18 anos e acham que são as adultas. São aquelas que passam o dia inteiro lendo Harry Potter e assistindo seriadinho e vão para as festas tentando imitar as mulheres que elas assistem nesses seriados chatíssimos. Essas não duram muito tempo, pois a mamãe não deixa ficarem até tarde. Voltam pra casa para continuar o Harry Potter ou brincar de jardim de infância com as amiguinhas que vão dormir juntas.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-tab-span" style="white-space:pre"&gt; &lt;/span&gt;Mesmo sentindo toda a raiva que um ser pode suportar, eu resolvo entrar na maldita festa com esperanças de que eu vou encontrar uma pessoa diferente. Grande cagada. Parece que eu entrei no hospício. Uma gritaria avassaladora, uns xaropes berrando para chamar atenção, uns fedorentos se contorcendo para fumar um maldito cigarro em meio a multidão, todos suando naquele calor inaceitável. As mesmas mulheres que não querem ser tratadas como objetos estão vestidas como um; os homens atacam-as como num campo de acasalamento; os perdedores sem coragem de falar com elas bebem até vomitar. Uns otários saem na porrada para mostrar que são os machos dominantes da floresta, numa clara falta de controle sobre seus instintos. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-tab-span" style="white-space:pre"&gt; &lt;/span&gt;Não aguento mais e vou embora. Lá fora estão as meninas em coma alcoólico vomitando o bile, um pitboy ridículo em um carro terrível com um "batidão" insuportável torrando a paciência dos moradores da rua. Alguns círculos de otários restam em volta de outros carros. Uns infelizes tentando mostrar que estão bêbados, ficam berrando e atirando garrafas no chão. Resolvo ir para casa quando um vendedor ambulante berra com toda a sua força direto na minha orelha: DOIS LATÃO POR CINCO. Primeiro: não berra; segundo: se eu quiser, eu peço. Não é berrando no meu ouvido que vai me dar vontade de comprar a cerveja de ti. Não posso entrar no meu carro, pois um flanelinha acha que eu devo algo para ele só porque ele moveu os braços enquanto eu manobrava e que, supostamente, estava cuidando do carro. Eu já pago seguro e imposto pra isso. Quase entro numa batalha glacial para entrar no carro. No trânsito, não posso olhar para o carro ao lado, pois corro o risco de ter o meu destruído e ser espancado por um playboy metido a maloqueiro que, inseguro de sí, acha que todos olham para ele em tom de deboche e desafiador.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-tab-span" style="white-space:pre"&gt; &lt;/span&gt;Acabem com essas "baladas". Eu não suporto mais. Até quando? Até quando teremos esses lugares que não passam de arenas para disputa de egos. Quem parece mais feliz, quem parece beber mais, quem parece mais bonito, mais pegador e por aí vai. Morram todos e me deixem em paz.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9187576254874102148-3071098194498896262?l=arthurpetry.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://arthurpetry.blogspot.com/feeds/3071098194498896262/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://arthurpetry.blogspot.com/2010/05/baladas.html#comment-form' title='27 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9187576254874102148/posts/default/3071098194498896262'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9187576254874102148/posts/default/3071098194498896262'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://arthurpetry.blogspot.com/2010/05/baladas.html' title='&quot;Baladas&quot;'/><author><name>Arthur Petry</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10774640195640917062</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>27</thr:total></entry></feed>
